21 de fev. de 2022

A famosa regra dos 3 episódios


Todo otaku que se preze ou gosta muito de jogar pros peitos esse título ou estilo de vida “eu sou otaku” hoje em dia acho tão… sei lá… kkk, pois bem todo otaku que se preze, utiliza muito da regra dos três episódios, que é, nunca julgar ou desistir de um anime até pelo menos o terceiro episódio dele… 


E por muitos anos eu vivi sob esse pensamento, eu não desistia de nenhum anime até assistir o terceiro episódio para concluir a ideia de “é um anime ruim”, eu também adorava dizer: Não podemos falar “que anime merda” pois existe tanta gente trabalhando em cima dele… é a consideração por esses profissionais… É eu mudei esse pensamento também, pois se o cara é um profissional ruim, e faz uma animação ruim, com traços ruins, sonorização ruim e um designer de personagens e ambientação ruim… O anime é uma merda mesmo, pois o que mais tem é obras incríveis mal aproveitadas. 


Mas voltando para regra dos três episódios, eu pensava muito sob isso. E hoje em dia eu vejo que na verdade essa regra nem faz tanto sentindo assim. Porque eu tenho que me força a esperar três semanas pensando nos animes que são de temporada, pra no fim perceber que não me cativou? Já que animes que prendem eles prendem logo de cara. 


Quantos animes você já assistiu e no primeiro episódio, nos primeiros minutos você já ficou “é esse… esse é o melhor anime do ano”, assim como também tem animes que você está nos dez primeiros minutos e já está pegando celular porque o próprio anime te entediou, a verdade que muitos não aceitam é que se o anime te faz abrir uma janela nova no seu navegador, se o anime te faz mexer no celular e perde o foco dele, o anime não é pra você. 


E no fim talvez esse post não seja nem pela regra dos três episódios, e sim sobre os animes que são para você e animes que você pode jogar de lado e está tudo bem. Eu mesmo vou me colocar como exemplo e puxar uma briga legal agora. Pois animes como: Evangelion, Akira, Naruto, Cavaleiros do Zodiaco entre tantos outros que toda uma geração abraçou, esses animes que todos amam… Eu não suporto, não consigo me ver assistindo nem episódios aleatórios se passarem na televisão. Assim também como animes novos que vem conquistando uma galera e eu não consigo engolir: Tokyo Ghoul, Demon Slayer e outros ai… E tudo questão de gosto sabe, e ninguém merece ser xingado por isso. 


E claro que os animes que citei agora pouco, não entram no quesito de animes “merdas”, pois realmente são obras de arte, pena que meu paladar infantil de animação goste de ver outras coisas. Na verdade eu até acho que sei qual é o meu problema, eu sou muito mais apegado nos animes que estão lá em baixo na popularidade, que quase ninguém vê, e se o anime for de umas três temporadas para trás então… oooh eu fico até feliz. 


Pois bem, o post desviou por completo do que eu queria falar, e pra bater mais na tecla de que eu gosto de animes que nem são isso tudo para alguns, fiquem com essa imagem do post de um anime isekai bem da hora leadale no daichi nite

12 de fev. de 2022

O que te alegra?


Eu adoro fazer perguntas assim para algumas pessoas, principalmente quando é do nada “eai... o que te alegra?” Normalmente alguns dizem coisas que precisam no momento: dinheiro, comida, namoro, ou seja, lá o que vier na cabeça da pessoa, o que eu até acho bem ok de um ponto de vista, pois pra mim a ideia de alegria, felicidade única é quando a gente consegue ter o que necessitamos no momento, para alguém que está andando por horas, nunca que a alegria dele vai ser mais 3 km de estrada, mas sim água, um lugar pra descansar ou quem sabe não precisar mais andar naquela estrada. 


Pensando nisso, eu tento entender essa ciência da alegria, o que claramente não é algo fácil, pois pensando em todo conceito ser alegre o tempo inteiro, ou ter sua alegria como suprassumo de tudo não vai te levar a nenhum lugar. Usando divertidamente como exemplo, a gente consegue entender bem o que nos acontecer quando alegria toma o controle, ficamos tão intensos e sem noção, que coisas como medo e talvez ausência da dor acaba modificando quem realmente somos. 


Eu não vou mentir quando digo que prefiro ficar triste do que alegre, ok que não em uma crescente, eu gosto muito da felicidade e a ideia da tristeza não me atiça para conquistá-la, mas quando estou triste eu consigo enxerga coisas que na felicidade ficam esquecidas ou cega mesmo. Tais coisas como o possível perigo ao meu redor, ou talvez a mais importante que são as consequências do amanhã, as vezes estamos tão animados que gastamos mais do que devemos, prometemos o que não podemos cumprir ou concordamos com coisas que deveriam ser pensadas com calma, e ai com tudo isso, no dia seguinte você começa a questionar-se e ficar com raiva do seu eu do passado, sendo que  o único culpado de tudo é você, o seu eu do passado só estava do jeito que estava, pois o eu do passado do seu passado não colocou rédeas em si. 


Então, o que te alegra? Ou perguntando melhor com base em tudo que comentei, o que te faz esquecer as consequências das suas ações a ponto de ficar com raiva do dia seguinte? Eu começo… Eu adoro comprar coisas, sou quase um comprador compulsivo, costumo dizer que “remédios e comida eu não penso só gasto” e eu sempre me odeio por falar coisas assim. Mas esse sou quem eu sou. 


Mas se for romantizar a resposta para pergunta do título desse post, eu diria que o que me alegra é a busca pela felicidade inalcançável, isso deveria em entristecer né? Porém eu fico animado com isso, ansioso e até uso como combustível para correr atrás, ouvir dizer que ser 100% não é possível, só me faz querer provar que é possível sim, claro que ao mesmo tempo eu aproveito a felicidade momentânea, já que o erro de muitos que querem ser felizes é esquecer que as vezes a felicidade já está acontecendo, a felicidade já está batendo na sua porta e você preocupado olhando pela janela a casa do vizinho…