13 de mai. de 2016

Ash Vs Red - O Livro

Yoo' Pessoas \ô/


Aloha Família. Cachecol aqui nesta noite nublada e gelada nessa sexta-feira 13, esse maravilhoso dia que podemos assistir filmes de terror, e chorar pois os demônios estão todos livres ok exagerei, mas em vez fazer isso tudo, estou optando por trazer um outro projeto brasileiro que sei que muitos irão gostar. 

Bem eu sei que muita gente que ler o meu blog gosta de pokemon, talvez não agora ou não os novos leitores, mas os antigos sei que muitos gostam, eu por exemplo adoro pokemon, naquela briga básica entre pokemon vs digimon sou mais digimon no sentindo de desenho, mas em jogos sem sombra de dúvidas sou pokemon. E é mais ou menos isso que quero trazer, um projeto brasileiro que eu achei interessente no começo e agora estou com uma hyper gigantesca sobre ele e muito ansioso.

Pois imagina um universo na qual o Ash é um cara maduro, com todos seus pokemons evoluídos e fortes, com filhos, esposa e tem respeito, e a mesma coisa com Red um cara maduro e respeitado, bem diferente do comum certo?, consegue imaginar mais ou menos como serie esse universo, se caso não consiga, não se preocupe pois o Emanuel Hallef consegue narrar isso perfeitamente no seu livro, Ash vs Red é um livro que logo vai está em lançamento, então desde já clique aqui "www" pra está por dentro dos lançamento, óbvio que assim que lançar irei comentar aqui.

Mas pra já deixar todos nós com água na boca, o Hal ou Emanuel Hallef liberou o prólogo do livro, para ajudar na divulgação, no começo era preciso hoje podemos dizer que não pois só o prólogo já deixou todos com um hyper gigantesca, uma esperança de que o livro seja impecável e pelo que parece vai ser, e claro irei deixar aqui em baixo agora todo o prólogo já avisando que e grande, leiam tudo e entrem nessa caravana de espera do livro.

Prólogo:

Era quase meia-noite e Ash estava sentado sozinho em seu escritório, se preparando
psicologicamente para escrever seu discurso que resvalava pelo seu cérebro, sem deixar o
menor registro — nos últimos dias, costumava distrair-se à toa, com um simples gesto de uma
mariposa ou com os murmúrios de Ravenna e Ryan, seus filhos; na maior parte do tempo,
ficavam quietos, sem falar coisa alguma, entretidos com seus brinquedos e almanaques que
costumavam circular em décadas antigas, mas, naqueles poucos dias de Inverno, se
resguardavam na maior parte do tempo dentro dos seus quartos, observando o lado de fora. Por mais que já estivessem acostumados a ver apenas barro e argila das paredes resistentes do
subsolo, ainda provavam do pavor de se verem como prisioneiros. Não tinham amigos, não
conversavam com muitas pessoas, a não ser quando visitavam Cerulean ou Pewter —
principalmente Pewter, onde podiam brincar e se divertir com os irmãos mais novos de Brock.

Como passavam a maior parte do tempo em casa, só tinham um ao outro para
conversarem ou, por vezes, Serena, que lia algum livro para distraí-los ou contava história do
tempo em que participava de concursos e fazia belíssimas apresentações com seus Pokémon.
As crianças, maravilhadas, enchiam-na de perguntas, pulavam e saltitavam quando ouviam a
mãe comentar sobre alguns dos seus momentos preferidos no palco. Por mais que doesse falar
a respeito, se lembrar de recordações pesadas e inteligíveis, Serena defendia a premissa de que
não deveria esconder dos filhos aquilo que lhe proporcionou alegria, entusiasmo e satisfação há
tantos anos. Portanto, sempre que sobrava tempo dos afazeres domésticos ou dos
diversos discursos que organizava para Ash, ela sentava com os filhos próximos à lareira e os
fazia gargalhar com um passado que agora não existia mais.

Naquele dia em questão, as pálpebras de Ash ameaçavam se fechar a qualquer
momento. Seus olhos chamuscavam como se estivessem expostos a fogo em brasa, enquanto
sua boca salivava mais do que o normal. Suas mãos suavam, trêmulas, a caneta mal se
sustentava entre os dedos — já devia ter se acostumado a escrever discursos, já fizera tantas vezes; por que aquele, em especial, sairia diferente dos demais? Compreendia que eram causas
completamente diferentes, mas o incentivo continuava o mesmo: o bem comum dos
habitantes. “Argumente! Convença-os!” – murmurava para si mesmo, solitário, em busca de convicção, mas
perdera o fio da meada. Enquanto travava uma batalha incessante contra o seu eu, Ash
aguardava um telefonema de Cynthia com ansiedade; entre a preocupação se ela iria ligar, se
diria o que pretendia dizer, e a tentativa de reprimir as lembranças dolorosas do que fora uma
semana complicada, longa e cansativa, não sobrava muito espaço em sua mente.

E se não bastasse a responsabilidade de liderar pessoas até aquele momento abaladas
com o que acontecera à superfície, ainda precisava encontrar meios de amenizar a pequena
parcela de rebeldes sem causa – eles costumam bombardear os portões em horários
específicos, quando suas defesas ficam escassas, procurando se libertar do subsolo. São
detidos todas as vezes que tentam, pelos protetores, mas isso não impede que as pessoas se
sintam desprotegidas, à mercê. Elas não precisam de mais motivos para sentir medo.

Para Ash, pensar em um mundo sem leis seria como voltar à pré-história, onde os mais
fortes conseguiam sobreviver e os mais fracos morriam de fome ou eram mortos pelos seus
rivais. Na medida em que os homens começaram a dominar as técnicas da agricultura, passaram a se agrupar para trabalhar a terra e domesticar os animais. Foram também as necessidades do trabalho que fizeram com que eles buscassem um meio de comunicação, e assim nasceu a linguagem. Enquanto alguns cuidavam da lavoura, outros iam atrás da caça, da pesca ou dos frutos. Tinham também a força do grupo para lutar contra os animais selvagens e construir casas mais seguras, que lhe davam abrigo e proteção. Mas, ao mesmo tempo em que o grupo tornava a sobrevivência mais fácil e a vida mais agradável, era preciso estabelecer regras que permitissem a convivência comunitária, pois, junto com o conforto das casas e a fatura das colheitas, surgiam também as noções de propriedade privada e a guerra pela posse do que antes era considerado um bem comum.

Era exatamente o retrocesso que experimentavam.

O resto dos habitantes que sobreviveram e se adaptaram ao subsolo, precisavam se virar, plantar e colher sua própria comida, cuidar do sustento da sua família. Eram como se, de fato, tivessem regredido à idade media. Mas não era porque viviam como na pré-história que precisavam agir como seres irracionais. Regras sempre foram necessárias para manter o convívio pacífico entre os habitantes. E Ash, visando a ordem, expôs as novas regras de acordo com a realidade que viviam. E por mais que alguns dos habitantes — geralmente os rebeldes — argumentassem, de boca cheia, que viviam como escravos por não terem interação com os seus Pokémon, por mais que estivesses sãos, não justificava o fato de se rebelarem contra as leis. Era como entregar armas à pessoas que não estavam preparadas, psicologicamente, para portarem uma.  Os protetores eram os únicos que podiam usar Pokémon — faziam isso não por desigualdade, mas para defender os habitantes deles mesmo ou do que quer que vivesse na superfície, já que não sabiam mais de coisa alguma. Os rebeldes, de algum modo ainda desconhecido aos protetores e a Ash, conseguiram alguns Pokémon para ajudá-los nos atentados. Usavam poder de fogo e, ocasionalmente, machucavam civis desprotegidos, reles inocentes que caminhavam próximo demais dos portões quando os bombardeios aconteciam. Ash procurava uma maneira de detê-los, de impor ordens.

O que fazia era para o bem de todos. Por mais que não percebessem isso.

E as acusações continuavam: “Covarde”, “O que esconde, Ash?”, “Por que não nos comunicamos com as outras regiões?”, “Por que não transitamos pela superfície para descobrir o que houve, de fato, o que teme?”, “Nos revele o que você esconde nas mangas”.

O pulso de Ash acelerou só de pensar nessas acusações, porque não eram juntas nem verdadeiras. Como é que os seus protetores poderiam invadir uma superfície às cegas, sem proteção ao ar tóxico, sem lanternas potentes para iluminar a escuridão? O sol desapareceu, o ar diminuiu de forma drástica, não há mais o verde das plantações, das árvores, só destruição. E como conseguiriam se comunicar com as outras regiões se eles nem ao menos sabiam se haviam sobrevivido ou não? Era um absurdo insinuarem que estava escondendo algo quando, ele próprio, se afundava em dúvidas e desespero. E como ousavam sugerir que aqueles bombardeios bárbaros divulgados com estardalhaço eram consequências de falta de protetores?

* * *

Ash virou a segunda página do discurso, verificou o quanto ainda faltava e achou que seria inútil se esforçar mais naquela ocasião, se o sono o esbofeteava com tanta violência. Estavam no inverno, mas só se lembravam do clima por verificarem no calendário; se esqueciam não por displicência, mas por não sentirem frio, só calor. Contudo, naquele dia especificamente, o ar gélido decidira visitá-los de uma forma sutil, se espalhando pela casa através das janelas abertas e pelos poucos buracos das telhas. Ash se aconchegou outra vez na poltrona e, inevitavelmente, entrou em um profundo estado de inconsciência.

            Em uma hora, observava seu discurso inacabado, no outro, se encontrava sentado em uma cadeira que, ao contrário da sua, era anormalmente desconfortável. Não levou muito tempo até ele perceber que estava amordaçado. Não via nada. Só escuridão. O oxigênio fugia, o breu sufocava-o, por vezes seus olhos corriam de um lado para o outro, procurando alguma sombra, qualquer gesto desavisado daqueles que o aprisionavam, mas o negrume não cedia. Ele ouvia passos, vozes, sussurros; reconhecia algumas delas — principalmente a voz da mulher; rouca, o modo rude como se referia a ele. Era quem ele pensava que fosse? Sentia que não demoraria muito para descobrir. Alguém, com violência, o forçou a se levantar, depois o empurrou para frente apressado. Ash obedeceu, sem realmente pensar.

            Após caminharem alguns segundos, sentiu o barulho de celas rangerem no piso metálico, a caatinga de ferrugem vagando pela atmosfera, o suor das pessoas que o carregavam dissipando o cheiro de lavanda da mulher que outrora sussurrava próximo aos seus ouvidos. E nada, absolutamente nada poderia descrever o pânico que o invadiu goela abaixo. Os olhos arregalados, com sede, os dedos imóveis, as pernas hesitantes...

            Ash via, à sua frente, Serena, Ravenna e Ryan. Os braços erguidos ao alto e agrilhoados à grossas algemas; o pulso de Ryan ensanguentado, Serena descabelada, com o rosto virado, de cabeça baixa, inconsciente... Ravenna com as órbitas dos olhos vazias, inexpressivas. Uma raiva coberta de furor, frenesi e desespero invadiu Ash. E nada mais parecia importar. Faria qualquer coisa, seria qualquer coisa, se tornaria qualquer coisa, somente para salvá-los. Com a mão erguida e os olhos ensopados, Ash ergueu a mão em direção à família... pareciam se distanciar, ficarem fora do seu alcance. O desespero forçou-o a gritar.

— Ash, por favor, acorde...

Retornou a si. Estava com a cabeça em cima dos vários papéis espalhados pela sua bancada, respirando com esforço como se tivesse corrido. Acordara de um sonho vívido, apertando o rosto com as mãos. Sentia não raciocinar direito, mas via Serena bem à sua frente, um olhar preocupado, as sobrancelhas levemente erguidas — o alivio que sentia crescer dentre si por vê-la ilesa não tinha precedentes. Era como receber o perdão dos pecados. Era como ter a chance de viver uma segunda vida. Não conseguia esboçar um sorriso sem tremer os lábios e bater os dentes. Ash passou as mãos pelos cabelos, aliviado... quando voltou a olhar diretamente nos olhos de Serena, parecia querer interpretar algo ali dentro.

— Não me diga que está com insônia — disse Ash, tentando fazer parecer que a falta de sono de Serena era muito comum. Os olhos da mulher faiscaram.

— Outro pesadelo em menos de três dias. Sinceramente, isso está começando a me preocupar. Quantas vezes mais você vai ter que adormecer em cima de papéis e não no aconchego da sua cama, Ash? As coisas não funcionam dessa maneira — sussurrou Serena com calma, a voz doce, as mãos delicadas afagando os cabelos do marido.

— Como ainda sou ingênuo de me desesperar sempre com o mesmo sonho? Parecem seguir um padrão que eu não consigo compreender, não encaixa — disse Ash entre dentes — E ainda nem terminei o discurso. Não me sobrou tempo agora, não é?

            Serena, então, maternalmente, deu umas tapinhas no ombro de Ash.

            — Não se preocupe — disse —, provavelmente você não vai conseguir concluir o discurso nesse estado de sonolência, deixe que eu mesma faça isso. E sobre sua ingenuidade de se preocupar com as mesmas cenas nos sonhos, bem, talvez seja pelo simples fato de você se preocupar comigo, com Ravenna e Ryan. Não há nada de errado nisso, meu amor.

            — Fico pensando se isso não remete ao fato de que, em algum momento, não conseguirei proteger vocês. Não conseguirei... — um suspiro — Não está sob meu controle.

            — Na realidade, Ash, não está sob controle de ninguém — disse Serena em tom casual — Agora, você precisa ir dormir. Deixe que finalizo o discurso. Já tenho o que colocar.

            — Mas nem pensar. Ainda estou consciente.

            — Não por muito tempo, pelo que vejo — Serena sorriu, olhando diretamente para as pálpebras de Ash, que mal se aguentavam abertas. E se lembrou do porquê estava ali — Ah, chegou uma encomenda endereçada a você mais cedo. Pelo que vi na embalagem, parece ser importante, veja — ela tirou do bolso um pacote feito de uma fibra resistente e amarronzada. Balançou-a no ar antes de entregar nas mãos seguras de Ash.

            — Não tem remetente — observou Ash, também balançando-a. Rasgou cuidadosamente a embalagem, olhando atento aos detalhes que apareciam na medida em que o conteúdo do pacote se revelava. Era um holograma. Preocupado, Ash direcionou os olhos à Serena, vacilante. Suas expressões entregavam seu pavor de bandeja.

            E antes de pensarem em destruir aquilo, o holograma se ligou automaticamente.

            Era o grupo de rebeldes, Ash os reconhecia pelos brasões que usavam nos bíceps. Neles, cuidadosamente bordados, aparecia os dizeres: “Apoio pleno a Red”. Quatro deles estavam ao redor de uma pessoa, ajoelhada, com o rosto coberto por uma sacola. Um deles, aparentemente o líder, sorria maliciosamente como se nada temesse no mundo.

— Eu daria tudo para ver sua reação ao desatar esse holograma, Ash, e até ameaçaria minha segurança para isso — enquanto falava seus lábios mal se moviam — Gostaria de ver o quão furioso você ficará quando nos ver livres, sim, estamos livres. Livres do seu governo, das suas leis. É interessante o quanto um homem consegue se colocar acima dos demais e se intitular “salvador”, “protetor”, “líder”, quando nem ao menos sabe distinguir democracia de escravidão. Veja no que nos tornamos, veja o que você nos faz fazer. Isso nada mais é do que um grito à procura de liberdade, de voz, Ash. E é assim que começa... a dor, o sentimento de impotência, que consegue tornar homens que algum dia tiveram integridade em pessoas sem escrúpulos. Espero que o que faremos aqui consiga escancarar seus olhos.

Por fim, o último som que ouviram foi o baque metalino da vítima caindo no chão.

Morta.

Fim do Prólogo

Uma das coisas que mais me chamou a atenção assim como de muitos outros blogueiros e dos fãs de pokemon em si, foi a forma como a história é contada, não é só os personagens que são adultos, toda a atmosfera do livro é adulta, é uma trama muito bem escrita e detalhada, não gosto de me achar mas já me achando como estudante de Letras eu fiquei bem boquiaberto como o Hal usou as palavras, ele consegue deixar a história tão pesada e ao mesmo tempo incrível, é complicado explicar só lendo mesmo pra sentir isso, não esperava menos de um estudante de Letras também.

Se quiser ler o prólogo direto do site só clicar aqui: Ash vs Red

Bem meus amigos, para todas as informações sobre o lançamento, ebook, pequenos contos que entrando facebook você encontra e dai por diante, só clicar aqui "www". Assim como na minha quase ultima postagem que eu falo sobre o mangá de Machado de Assis, aqui nesse livro do Ash vs Red, o Otaku de Cachecol indica sem sombra de duvidas, eu estou apoiando aqui para que seja um sucesso, irei comprar óbvio que irei pois é realmente uma obra de artes, e claro que vai ter aquela review show no blog.

Então isso é tudo pessoal.
Fonte do prólogo: Pokémon Blast News
Obrigado por esta no meu blog.
E pra você que esta lendo esse post, sinta-se abraçado pelo Cachecol :3

10 de mai. de 2016

O que aconteceu com o anitube?

Yoo' Pessoas \ô/


Aloha Família. Cachecol aqui nesta tarde ensolarada trazendo hoje mais uma postagem para o blog, hoje meus amigos pra conversa um pouco com vocês, sobre o que aconteceu com o até então "ex" maior site de animes do Brasil. 

Bem minha querida família, se vocês são do grupinho que assiste animes quase todos os dias se não todos os dias, alguma vez vocês já devem ter entrado no site Anitube, um site de certa forma até que bem legal, com animes em dia e uma qualidade sem igual, eu sinceramente não vou muito com o site, não acho organizado, no entanto tudo nele é bom, porém sou bem chato com isso e só assisto anime no Super Animes, mas bem voltando ao assunto principal, se você já entrou nesse site ou só assistia anime nele, percebeu que nessa semana agora o site meio que caiu, não estava entrando e tudo mais, muita gente achou que ele realmente tinha caído, no entanto algo um pouquinho mais sério aconteceu, e pra tirar as duvidas entrei no twitter pra ver se algum conhecido sabia do caso, e bem vamos a minha pequena explicação.

Acontece que o site não caiu, mas sim o domínio nele foi transferido para o Japão, sim para a terra do sol nascente, e não isso ele ainda foi bloqueado para os brasileiros, em outras palavras, um certo alguém dentro da equipe talvez bem claro o dono realmente não sei se é um dono, mas digamos que é ok? do site, vendeu tudo TUDO para uma empresa japonesa e a mesma bloqueou o acesso aos brasileiros, para entra no site só usando VPN e fazendo uns bagulho louco, que óbvio não recomendo pois pode a chance de você se ferra é enorme. Eu não quis comentar logo após ver isso pois eu queria mais informações sobre o ocorrido, então esperei alguns sites de notícia comentar sobre algo, pois no twitter eu tenho alguns contatos com a galera do Anitube, de fansub, scan etc... Mas os portais de notícia sempre conseguem algo mais concreto.  No entanto, todas as minhas pesquisas resultaram na mesma respostas esta: "Segundo informações, o crescimento do site se deu a tal maneira que o governo japonês destacou em Julho de 2014 que o Anitube era um dos principais sites que facilitam a distribuição e exibição ilegal de animes em português."

Bem eu nunca trabalhei com distribuição de animes e tudo mais então não posso comentar sobre isso foi errado ou não, se o dono que vendeu os direitos do site e tudo mais para os japoneses na real só vendeu por ameaças pois poderia vim processos e tudo mais, bem eu não vou comentar sobre isso, mas eu posso falar como um usuário que isso não foi correto. Não a venda do site em si, pois no momento que aquilo é seu você faz o que você quiser certo? eu por exemplo posso chegar e vender todo o direito do Otaku de Cachecol pra alguém, no entanto existe uma questão de ética a ser olhada, algo que o dono não teve, pois ok ele quer vender, mas por que não falar com seus usuário? comunicar o ocorrido a eles? alguns dias atrás eu vi realmente a galera desesperada pois não sabia outro lugar pra assistir anime, a galera realmente se sentiu traída pela equipe, ficou algo bem chato sabe, a ganancia de uma pessoa sempre resultada em algo assim. 

Porém saindo dessa parte depressiva do site ter caído e tudo mais, venho trazer uma luz no fim do túnel para você que não sabe como vai ver seus animes, que está mais perdido do que cego em tiroteio desculpe, tinha que fazer essa piada. Bem acontece que a equipe do site se pronunciou sobre o ocorrido algumas horas depois e de todas as informações a mais útil pra você que esta perdido é essa aqui:


Então sim, o Anitube voltou praticamente da mesma maneira que ele era, o que eles disseram foi o que eu comentei, a ganancia da pessoa é algo louco, louco a ponto de vender anos de trabalho pois o Anitube está no ar antes de eu saber o que era animes. A nova página por sinal deles é essa aqui "www" sendo bem sincero achei essa atitude da equipe, essa que antes já devia ser a equipe do Anitube, achei toda essa atitude deles incrível, a cada minuto estavam lá informando todo o ocorrido pra galera, explicando tudo que estava acontecendo, dizendo como vai ficar o futuro do site e tudo mais, achei isso incrível. E pra vocês que nem leu essa postagem só está caçando o link do novo site é esse aqui "www" .

Bem esse foi um pouco do que aconteceu, do que eu pesquei pra comentar aqui com vocês, muita gente está crucificando o dono do Anitube por ele ter vendido tudo etc... no entanto sei lá, não consigo ver ele como vilão, na real não vejo ninguém como vilão só pensamentos diferentes, só única coisa que achei errado e feio da parte do dono foi da noite pro dia fazer isso sem contar pra ninguém, tirando isso acho que a decisão era dele e ele fez o que achou melhor, mas bem você ai que só mais um usuário que só entra pra ver anime não precisa de preocupar com nada, você vai ter seus animes certinhos em dia como antigamente, assim todos saem ganhando. 

Então isso é tudo pessoal.

Obrigado por esta no meu blog.
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6 de mai. de 2016

Machado de Assis - Caçador de Monstros - Mangá Brasileiro

Yoo' Pessoas \ô/


Aloha Família. Cachecol aqui nesta tarde bem ensolarada e abafada só um pouco abafada é claro, trazendo hoje mais uma postagem para o blog, hoje meus amigos iremos falar sobre um projeto interessante que eu fui convidado a comentar sobre. Já comentei aqui por sinal diversas vezes sobre mangas e histórias brasileiras que estão ganhando seu espaço no mundo e hoje iremos falar sobre uma delas.

Recebi um pedido no facebook para comentar sobre o mangá do Machado de Assis, sim aquele cara que talvez você já ouviu na escola e não faz ideia de quem é, esse manga está ai para acabar com toda essa sua dúvida, você vai aprender um pouco das histórias desse incrível homem no formato de mangá, algo que eu acho bem incrível. Um dos pontos que o meu apoio se estabelece aqui é que para se comunicar com os jovens o autor Marcelo Alves decidiu usar o formato de mangá algo que muita gente vem lendo ultimamente, é mais rápido e prático.

Também o que vem dentro desse projeto é uma versão digital em português e inglês, um audiolivro e uma versão impressa, tanto a versão digital em português, quanto o audiolivro serão gratuitos. Haverá distribuição do audiolivro para as principais fundações que trabalham com deficientes visuais, para garantir uma inclusão social digna. O mangá vai esta em preto e branco padrão de mangá que vocês já conhecem, com 96 páginas ao todo, a capa do mangá aqui em baixo:



História:  A história gira em torno de Machado de Assis que, idoso, começa a escrever sobre casos fantásticos que resolveu em sua juventude e que poucos conhecem. Em um dos casos, ocorre uma série de assassinatos no Rio de Janeiro que são investigados por ele e Brás Cubas. Na trama, também estão relacionados o conselheiro Aires e um novo personagem, Quincas Borba II , um gato de estimação que acredita ser a reencarnação de um hipopótamo. O título do mangá é “Machado de Assis: caçador de monstros” e pretende ser uma série com produção de uma a duas edições por ano.

Podemos ficar tranquilo sobre como toda essa história vai ser desenrolada, como o enredo vai ser colocado e explicado pois tudo está em boas mãos, pois eu sei que muita gente no começo aprova, mas sempre fica "será que vai valer a pena ler?" pois nem sempre a história é bem contada ou é ruim mesmo. Porém podemos ficar tranquilo pois o autor Marcelo Alves com esse é o seu terceiro trabalho, ele é mestre em Linguística, escritor, roteirista e produtor cultural. tudo que eu quero ser daqui a cinco anos 

Esse projeto foi aprovado pela lei Rouanet (PRONAC 154741). Isto é o projeto ganhou o sinal verde para seguir em frente e levar cultura e conhecimento para diversas pessoas.  Mas temos que conversa sobre isso, melhor esse é o principal motivo que faz a minha pessoa comentar sobre o projeto, pois no momento Machado de Assis: Caçador de Monstros está em período de captação de recursos, isto é, estão procurando patrocinadores para esse projeto seguir em frente. Mais informações sobre isso clique em aqui "www".

Bem minha querida família, assim como vários projetos brasileiros que surgem e pedem para que eu possa divulgar aqui no blog, esse projeto está aqui também, no entanto jamais vocês irão ver alguma postagem minha sobre um projeto que não tem como proposito beneficiar o próximo, como futuro professor eu fico alarmado ao ver crianças com falta de interesse nas histórias brasileiras, no quão vasta é a nossa história e quase nenhuma criança que sentar pra ouvir. E quando eu vejo projetos assim eu fico feliz, pois vamos juntar o meio de leitura mais popular entre muitos jovens que é o mangá, com uma história que grande parte só os adultos conhecem. Então esse projeto tem o total apoio do Otaku de Cachecol, irei comentar aqui assim que ele for lançado, irei fazer uma analise talvez do manga, irei compartilhar tudo que de pra ser compartilhado para que esse projeto seja um sucesso.

Então isso é tudo pessoal.

Obrigado por esta no meu blog
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4 de mai. de 2016

Falando Sobre Anime: Haikyuu

Yoo' Pessoas \ô/


Aloha Família. Cachecol aqui nesta tarde ensolarada e um pouco entendiante, talvez com essa frente fria que vai vim a noite eu esteja mais de bom humor. Hoje trazendo mais uma postagem para o blog, com mais um Falando Sobre Anime, voltei das cinzas pra valer dessa vez, e hoje iremos falar de um dos melhores animes de esporte ao meu ver.

Um pouco diferente de Kuroko no Basket, em Haikyuu eu já tinha um certo amor pelo anime antes de conhecer, e foi bem por dois motivos, primeiro a sinopse que eu coloquei aqui em baixo, e porque eu sou apaixonado por Vôlei, desde pequeno é algo que eu sempre amei, porém nunca tiver altura pra ser impactante no jogo, até estudar toda a história do Vôlei e conhecer a posição de Líbero, que é a minha atual posição, eu jogo vôlei ultimamente e sou o Líbero pra mim é a melhor posição, mas voltando ao anime. Eu já comecei a gostar dele partindo disso, e ao assistir o primeiro episódio logo percebi que assim como Kuroko no Basket eu iria simplesmente vicia de vez, dito e feito em dois dias terminei a primeira temporada e irei comentar sobre ela agora.

Informações Gerais:

Gênero: Esporte, Shounen
Direção: Susumu Mitsunaka
Estúdio: Production I.G
Episódio: 25
Ovas: 1
Ano de Lançamento: 2014

Sinopse:

Um evento do acaso despertou o amor de Hinata Shouyou por voleibol. Seu clube não tinha membros, mas de alguma forma perseverou e finalmente chegou a seu primeiro e último jogo normal do ensino fundamental, onde ele foi atropelado por Kageyama Tobio, um jogador exemplar conhecido como "Rei da Quadra". Desejando vingança, Hinata entrou no time de vôlei do Colégio Karasuno apenas para enfrentar seu odiado rival, Kageyama!

Minha Opinião:

O anime em sua boa parte mostra toda uma história de superação, em Kuroko no Basket mostra isso, mas não tão forte como em Haikyuu, nesse anime eles mostram como dois amantes de vôlei que se odeiam, conseguem dentro da quadra fazer combinações poderosas para uma marcação cerrada, a grande diferença que ao meu ver chega a superar Kuroko no Basket é toda a atmosfera do anime que volta a mostra que é toda uma história de superação e sim irie ficar fazer comparações pois é do mesmo estúdio e tem muita coisa que são parecidos. Em Haikyuu por exemplo temos o Kageyama também conhecido por um chato apelido de "Rei da Quadra", pode parecer um apelido legal, mas não é, o Kageyama é aquele típico personagem sério e mega ignorante, porém em diversas horas você ver ele fazer bobeira, pedindo desculpas e sendo divertido, esse estilo "bad boy" não entra nele talvez em algumas horas ele demostre ser aquele cara ruim, mas logo você percebe que é algo de momento, e todo o anime é cercado disso piadas e cenas hilarias nada forçado tudo bem natural, você rir de coisas tão bestas e percebe que isso não é forçado, porém logo em seguida a assim que os personagens entram dentro da quadra e começam a jogar você percebe a mudança de atmosfera você ver o clima ficando tenso e a sede de vitoria que todos os personagens demonstram não dá pra escolher um no sentindo de competitivo, todos os personagens mostram ser bem competitivos, isso é incrível demais em Haikyuu e em Kuroko no Basket não é tão bem demonstrado. Como falei no começo o anime é bem focado em uma história de superação, bem é e não é ao mesmo tempo, você ver que certos personagens estão jogando seu ultimo ano e que pra eles é tudo ou nada, eles irão jogar e vencer e ponto final, mostra que o time que foi totalmente destruído no ultimo ano, agora está melhor e mais forte, não são cenas simples de história de superação, são tipo episódios focando só em uma história, mostrando um personagem que desistiu de jogar pois se sente culpado, mas depois de tanta pressão dos novatos decidi volta a jogar, é aquela história que você fica "que insano isso, eu não iria conseguir fazer/passar pelo o que ele passou" é muito da hora isso, o anime soube pegar muito nessas cenas. Uma coisa que eu gostei bastante é mostra como cada personagem pensa, por exemplo é o último ano do levantador titular, ele quer jogar pra vencer, porém o novato é melhor que ele, e por isso o titular acaba ficando no banco, você consegue sentir essa frustração dele, ver que ele está doido pra entrar em quadra e mostrar que é alguém incrível também.

Esse anime mexeu muito comigo, eu me identifiquei com todo o ambiente que foi mostrado, especialmente com o líbero do time, a forma que ele joga e como ele pensa é idêntica a minha, e por isso ele se tornou meu personagem preferido. É um anime ótimo pra se assistir numa tarde ensolarada, não é massante, pelo contrário cada episódio é bem único.

Então isso é tudo pessoal.

Obrigado por esta no meu blog.
E pra você que esta lendo esse post, sinta-se abraçado pelo Cachecol :3

2 de mai. de 2016

Ohh Dia do Trabalho

Yoo' Pessoas \ô/


Aloha Família. Cachecol aqui nesta tarde ensolarada e um pouco abafada, começando a ficar abafada depois dessa frente fria maravilhosa que teve aqui no Rio de Janeiro. Hoje estou aqui pra conversa um pouco sobre o dia do trabalho, uma postagem rápida só pra não deixar o dia em branco, mesmo que eu esteja atrasado.

Ontem foi um dos dias mais importante pra muita gente por ai, mesmo que não seja comemorado e falado de uma forma tão grande quanto as demais datas comemorativas que acontecem no ano, esse dia foi especial pelo menos pra mim foi. Pois mesmo que seja o dia do trabalho e que caia em um domingo isto é pra muitos pouco importa pois ou já não iriam trabalhar mesmo por causa do final de semana, ou já iriam trabalhar mesmo porque trabalham final de semana, mesma com tudo isso de certa forma é um dia especial, pois você ai que trabalha, só você sabe o quão cansativo é a sua vida, ter que acorda cedo, todos os dias, aturar talvez um chefe muito chato, trabalhar horas e mais horas pra conseguir aquele dinheiro sofrido pra no fim poder sair pra se divertir, ou juntar comprando algo importante, bem só você sabe os seus objetivos e o que faz você querer ir trabalhar, não tem como sair dizendo aqui pois são diferentes histórias, diferentes motivos, diferentes trabalhos e acima de tudo diferentes pessoas.

Mas a sensação é quase a mesma, então por mais que algum dia você ouça de alguém próximo ou de um estranho, que você é um inútil, ignore, pois você é um batalhador(a) enquanto muito de seus amigos estão ai se divertindo e vivendo a vida adoidado pois os pais dão tudo que eles querem, você está ai, recusando sair no domingo a noite pois na segunda tem trabalho, recusando encher a cara com os amigos pois você tem que trabalhar, saiba que você é definitivamente o futuro desse país, que agora você esta mesmo que contra a vontade sacrificando muita coisa, saiba que tudo isso não é em vão, que no futuro você vai colher coisas maravilhosas. E o mesmo serve pra você que esta fazendo faculdade, se hoje você vira a noite estudando, relaxe pois quando se forma coisas boas virão.

Jamais abaixe a cabeça pra quem chamar você de vagabundo(a) ou "mão de vaca" porque o seu trabalho "não da dinheiro" ou porque você nunca quer gastar seus poucos centavos, como falei só você sabe o quão louco é a sua rotina, suas contas e seus ganhos, então não vá pela cabeça dos outros, gaste o quanto você sabe que pode, e se divirta com pouco, ninguém precisa de muito pra se diverti, e se você trabalha no "pior lugar do mundo" tente fazer desse lugar o melhor do mundo, se divirta e seja alegre nele, assim a hora passa mais rápido e você quando menos esperar está indo embora, pra sua casa pois lá mesmo que muitas das vezes não seja o lugar perfeito, é o seu recanto, seu lugarzinho perfeito, e no computador, nos jogos, animes ou seriados você encontra uma fuga da realidade, faça que seus dias sejam perfeitos para no fim você ter uma noite perfeita.

Uma singela mensagem para você que se esforça no trabalho, ou que quer trabalhar, peço desculpas por não trazer essa postagem ontem, pois adivinhem, estava trabalhando, no entanto meus amigos cá estou eu hoje, no trabalho é claro escondido também só que menos agitado que ontem, pra escrever essa rápida mensagem.

Então isso é tudo pessoal
Essa semana, de fato sai a postagem pra valer no blog. 
Obrigado por esta no meu blog.
E pra você que esta lendo esse post, sinta-se abraçado pelo Cachecol :3