20 de mai. de 2016

CachecolNews - T1P2 - Muitos Trailer's

Yoo' Pessoas \ô/


Aloha Família. Cachecol aqui nesta tarde chuvosa e bem nublada, trazendo hoje meus queridos e queridas, mais uma postagem para o blog, mais um CachecolNews pra vocês, tentando esse novo formato que até então está indo da maneira que eu quero, talvez eu acrescente algo ou não, pois bem, vamos ao que interessa. 

Hoje minha família, vamos ter alguns trailer's pra assistir, alguns de animes, jogos, filmes e dai por diante, e no universo de anime na qual vocês já devem saber, trailer novo de adaptação sai a cada duas semanas, então talvez o trailer que estou trazendo hoje pra vocês seja o segundo ou primeiro, bem vocês entenderam certo? sem mais enrolação vamos aos trailer's.


Começamos então com o trailer do filme, Accel World: Infinite Burts. Essa que foi um das melhores adaptações no meu ponto de vista, um anime excelente que ganha ai um filme, com data de estreia nos cinemas japoneses para 23 de Julho de 2016, mais tardado 30 de Julho já temos traduzido. 

Bem a staff do filme será a mesma da adaptação para o anime, história por conta de Reki Kawahara, direção de Masakazu Obara e o design de personagens por Yukiko Aike, claro o estúdio vai ser o Sunrise. 

Temos ai como dubladores: 

- Sachika Misawa como Kuroyukihime
- Yuuki Kaji como Haruyuki
- Aki Toyosaki como Chiyuri
- Shintarō Asanuma como Takumu

A história do light novel gira em torno de Haruyuki no ano de 2056, Haruyuki é um jovem intimidado na escola que através da sua colega Kuroyukihime conhece o mundo virtual chamado Accel World. Nele ele transforma-se num cavaleiro para proteger a princesa. mais ou menos isso

Confira o trailer:


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A grande empresa KOEI Tecmo lançou o novo trailer do jogo Attack on Titan: Wings of Freedom, um jogo baseado em toda a história da serie que leva o mesmo nome. Esse jogo vai ser lançado para PC, PlayStation 4, Xbox One, PlayStation 3 e PS Vita, data de lançamento ficou para 26 de Agosto na Europa, e 30 de Agosto na América, então sim você vai poder comprar o jogo sem tanta imposto como já imaginava. 

A história do jogo desenrola-se durante a batalha de Trost. Os jogadores vão poder circular livremente pela cidade e conversar com outras personagens, fazer upgrades nas suas armas e ganhar informação sobre as suas futuras missões. O jogo vai também ter um tutorial que se vai desenrolar na área da 104th Training Corps da série anime. A voz das personagens será da responsabilidade dos dubladores do anime.

Aqui em baixo irei der dois trailer's, um mostrando um pouco do Armin, e o outro de fato o trailer's principal. 

Uma curiosidade para os amantes da série e que irão comprar o jogo. Todos os cenários são totalmente destruíveis e é dada liberdade total ao jogador para enfrentar frente a frente os titãs ou então optar por um tática mais furtiva para os derrotar. A utilização da 3D Maneuver Gear está mais fluida que nos outros jogos da empresa permitindo assim golpes certeiros nos braços e pernas antes do ataque final à nuca dos titãs, em uma forma resumida fica algo como "torture os titãs antes de mata-los"

Confira os trailer's:


Trailer do Armin:



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Começou a ser exibido o trailer da adaptação para o anime do manga de Basebol, Battery de Atsuko Asano. Fazia tempo que eu não via um anime de esporte por ai, tirando Kuroko no Basket e Haikyuu né. 

Estreia agendada para Julho deste ano, a animação vai ficar na responsabilidade da Zero-G, direção de Tomoi Mochizuki e o design de personagens por Hideoki Kusama. 

Mais trabalhos deles: 

Zero-G: Shadow Skill, Hyper Speed GranDoll
Tomoi Mochizuki: House of Five Leaves, Pupa aah Pupa, que decepção
Hideoki Kusama: Sket Dance

Enquanto os dubladores temos Kouki Uchiyama como Takumi Harada e Tasuku Hatanaka como Kõ Nagakura. 

Kouki Uchiyama já dublou Raku Ichijõ de Nisekoi
Tasuku Hatanaka já dublou Ushio de Ushio & Tora

A história gira em torno de Takumi Harada, um jovem que se muda para uma cidade nas montanhas na província de Okayama durante as férias de primavera devido à transferência do local de trabalho do seu pai. Takumi é um pitcher, e após as mudanças ele perde a fé no seu próprio talento, quando de repente o seu colega Kō Nagakura aparece na sua frente. Kō tem um forte desejo de formar uma “battery” a junção de um pitcher e um catcher com Takumi. pitcher e catcher são coisas de beisebol

Confira o trailer: 



Então isso é tudo pessoal. 

Tivemos ai alguns trailer's de animes e jogos, confesso que estou bem ansioso pelo filme de Accel World, gostei muito do anime e quando eu ouvi rumores sobre o filme fiquei extremamente animado, então vamos ver no que dá né. 

Obrigado por esta no meu blog.
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17 de mai. de 2016

Aaah esses eventos

Yoo' Pessoas \ô/


Aloha Família. Cachecol aqui nesta tarde nublada e com muita cara de chuva, trazendo hoje mais uma postagem para o blog, hoje minha querida família, iremos conversa novamente, sim sim sim novamente sobre os eventos de anime, domingo passado 15/05 eu fui em um e tem algumas opiniões sobre ele, tentarei óbvio não atacar ninguém e nem fala nada de forma agressiva, só expor a minha opinião mesmo. 

Então, toda vez antes de ir em um evento eu sempre crio na minha cabeça uma pré opinião sobre o mesmo, sempre fico pensando no quão chato ou mal organizado ele vai esta, no entanto sempre acabo tomando um belo tapa na cara do evento e fico com os olhos brilhando, e foi mais ou menos o que aconteceu dessa vez, não sei se posso considerar porém digamos que o evento que eu fui pode ser considero o maior do Rio de Janeiro, mesmo que não for verdade ele entregou bem o que prometeu. Mas como nem tudo na vida são flores eu meio que puxei certas coisas que não achei legal ou melhor achei bem desnecessária no evento, coisas que não precisavam acontecer, mas aconteceu. 

Esse evento que eu fui como os demais ao longo do ano, sempre acabam pecando em uma coisa, que é a organização na entrada, assim o evento por dentro é bem monitorado e organizado, os seguranças ficam rondando o evento o tempo todo pra não deixar nada grande acontecer, no entanto a entrada do evento sempre deixa a desejar, coisas como ser revistado duas vezes pois um não comunicou ao outro que tinha me revistado, ou uma fila que não existe feita só por boca a boca e muita gente entrando no evento até sem pagar o ingresso, fila da galera que comprou o ingresso pelo site demorando mais pra entrar do que a da galera que estava comprando na hora e dai por diante. 

Já dentro do evento outra coisa que me chamou atenção e eu achei bem desnecessário é o patio de todo o evento ser enorme, o evento em sim pegou um lugar com um ambiente bem fresco e gigantesco, só que com todas as barracas de produtos a venda na área centra ficou meio complicado de andar no evento, eles poderia colocar as barracas no segundo andar, e não deixar o segundo andar para área vip, ok as pessoas pagam pelo ingresso vip pra ter uma área só deles, mas precisa ser o mesmo tamanho do pátio só que em cima, poucas pessoas para uma área tão grande, enquanto a galera de baixo estava lotada, no entanto isso não foi a coisa mais chata que eu encontrei no evento.

Um dos pontos que posso colocar como principal que me fez ficar bem chateado com o evento, e não falando desse evento especificamente, mas sim de todos os eventos de anime que vejo por ai, algo que me deixou bem "eeh já posso ir embora" foi quando os youtubers subiram no palco, todo evento agora que se preze tem que levar nem que seja um youtuber pro evento, acabou aquela época de levar dubladores, nesse que eu fui até que lotou na hora dos dubladores, no entanto nem chega perto de quando os youtubers subiram. Não que o evento não esteja preparado pra trazer certos youtubers famosos, mas sim o publico que não esta preparado pra receber eles, eu vi crianças chorando e gritando quando eles apareceram, correndo que nem louca e gritando seu nome, eu juro que achei que estava em um show de bandas como "Restart" sim eu já fui em um show deles tipo foi uma loucura desencadeada que me deixou nervoso, talvez eu transparecer ser muito velho, mas gente é só uma pessoa comum, putz ele faz vídeo e é famoso e deixa muita gente feliz com seus vídeos, mas por favor né, não precisa reagir de tal maneira é sem sentindo, não vou querer ficar clicando na tecla de briga e começar a soltar opiniões bem pesadas sobre o youtuber em si, mas de uma forma geral eu acho que essas garotas, e muitos garotos ou melhor acho que essa geração de 10 á 15 anos deveria se acalmar mais e não sair empurrando e gritando o nome do cara, não brigar com a mãe e xingar ela só porque ele apareceu, são pequenas coisas que só você observando pra entender, confesso que fiquei bem boquiaberto, no entanto foi bom pois as barracas ficaram mais vazias ai deu pra negociar direitinho na hora de comprar as coisas. 

Agora mudando de assunto pois depois do que eu falei, faz parecer que eu odiei o evento e não é isso, o evento foi incrível, teve esses momentos que eu desisti dele, porém muita coisa legal aconteceu no evento, tradições de evento que até hoje estão em todos eles e é muito da hora mesmo. Começando óbvio pelas barracas de vendas, nesses eventos você consegue comprar tudo que você sempre quis, sabe aquilo que não se encontra em lugar nenhum a não ser na internet, então nesse evento é facilmente encontrado, cada evento que passa mais variedade de produto aparece. As editoras de livros que também tem seus mangas sempre estão nos evento, algo muito bom pois comprar pela internet é bom só que sempre dói um pouco esperar ele chegar. Uma das coisas que eu sempre admiro em todos os eventos que são os jogos de cartas, eu só conheço de cartas o jogo Magic, que por sinal é um que eu me divirto bastante jogando, tirando esse não conheço nenhum só que os próprios jogadores podem ensinar você, não tinha ninguém do evento ou melhor não precisava de ninguém do evento ali ajudando a galera com as cartas, pois os próprios jogadores estavam se ajudando isso foi algo que me deixou bem feliz de saber quem tem gente que gostar de ensinar ao próximo que as vezes nem o nome das cartas consegue pronunciar, além disso tinha aulas de desenho, workshop dublagem, batalha medieval entre outras coisas que tem no evento. 

Porém as duas coisas que mais me chamou a atenção em tudo disso, que mais me deixou feliz com o pensamentamento de que estamos indo bem, foi primeiro os cosplay que cada evento que surgi estão melhores, mais detalhados e arrumados cada vez melhor sem sombra de duvidas, também tem a galera que vai com um cosplay mais ou menos e assim com os mais detalhados é respeitado e muita gente pede pra tirar foto pois mesmo que o cosplay não seja igual a pessoa teve um trabalho pra fazer, e esse respeito que é concedido deve valer a pena todo o esforço, tem a galera que só vai pela zueira mesmo, como um grupo de amigos indo de meninas super poderosas foi mega engraçado isso e muita gente pediu pra tirar foto, não existe mais aquele preconceito que a anos atrás existia, no começo dos eventos muita gente dentro do evento tinha aquela estranheza sobre os cosplay isso hoje em dia acabou e gente é incrível eu nunca tiro foto pois tenho vergonha de chegar e pedir, mas cada cosplay ali que eu queria agarrar e não soltar mais. E a outra coisa que me deixou feliz demais é pode ver pais levando seus filhos, alguns bebês outros já grande, passeando pelo evento, pode ver nos olhos dessa pequena geração um brilho no olhar com cada cosplay, com cada loja, sabe é algo tão mágico e eu fiquei bem bobo nessa hora, pode ver os pais não andando só por andar ou tipo "só estou aqui pelo meu filho" mas sim andando e se divertindo, comprando coisas, tirando foto com cosplay e dai por diante, achei isso muito da hora, essa confiança que o evento conseguiu mostrar aos pais, coisa que anos atrás não tinha nos eventos, isso sem sombra de duvidas foi algo que eu bato palmas e tiro meu chapéu pro evento.

A essência do evento de anime é fazer você nerd/otaku que vive reprimido dentro de casa, que não sabe se expressar com o mundo, não consegue se encaixar na sociedade ter uma rota de fuga, nos eventos de anime você pode ver claramente aquele cara que na fila está cabisbaixo dentro do anime se transforma e mostra pro mundo quem ele verdadeiramente é, isso é algo que eu mais gosto nos eventos de anime, essa mudança de pensamento que muita gente que nunca foi ou não conhece nada nesse universo que vivemos ao entrar em um evento percebe isso, conheci muitas pessoas no evento dizendo "adorei essa vibe, essa energia" pois é isso que temos que demonstra, tirar esse rotulo de fracassado ou crianções que muitas vezes a sociedade coloca na gente. Mesmo que você ai não seja um nerd ou otaku, se bem que otaku hoje em dia quase não é tão falado assim, mesmo que você não seja nada disso, vá um dia em um evento de anime e sinta essa energia, garanto que não vai se arrepender, mas leve alguém que goste ou já tenha ido pra não ficar perdido com as coisas é claro. 

Então isso é tudo pessoal.

Obrigado por esta no meu blog.
E pra você que esta lendo esse post, sinta-se abraçado pelo Cachecol :3

13 de mai. de 2016

Ash Vs Red - O Livro

Yoo' Pessoas \ô/


Aloha Família. Cachecol aqui nesta noite nublada e gelada nessa sexta-feira 13, esse maravilhoso dia que podemos assistir filmes de terror, e chorar pois os demônios estão todos livres ok exagerei, mas em vez fazer isso tudo, estou optando por trazer um outro projeto brasileiro que sei que muitos irão gostar. 

Bem eu sei que muita gente que ler o meu blog gosta de pokemon, talvez não agora ou não os novos leitores, mas os antigos sei que muitos gostam, eu por exemplo adoro pokemon, naquela briga básica entre pokemon vs digimon sou mais digimon no sentindo de desenho, mas em jogos sem sombra de dúvidas sou pokemon. E é mais ou menos isso que quero trazer, um projeto brasileiro que eu achei interessente no começo e agora estou com uma hyper gigantesca sobre ele e muito ansioso.

Pois imagina um universo na qual o Ash é um cara maduro, com todos seus pokemons evoluídos e fortes, com filhos, esposa e tem respeito, e a mesma coisa com Red um cara maduro e respeitado, bem diferente do comum certo?, consegue imaginar mais ou menos como serie esse universo, se caso não consiga, não se preocupe pois o Emanuel Hallef consegue narrar isso perfeitamente no seu livro, Ash vs Red é um livro que logo vai está em lançamento, então desde já clique aqui "www" pra está por dentro dos lançamento, óbvio que assim que lançar irei comentar aqui.

Mas pra já deixar todos nós com água na boca, o Hal ou Emanuel Hallef liberou o prólogo do livro, para ajudar na divulgação, no começo era preciso hoje podemos dizer que não pois só o prólogo já deixou todos com um hyper gigantesca, uma esperança de que o livro seja impecável e pelo que parece vai ser, e claro irei deixar aqui em baixo agora todo o prólogo já avisando que e grande, leiam tudo e entrem nessa caravana de espera do livro.

Prólogo:

Era quase meia-noite e Ash estava sentado sozinho em seu escritório, se preparando
psicologicamente para escrever seu discurso que resvalava pelo seu cérebro, sem deixar o
menor registro — nos últimos dias, costumava distrair-se à toa, com um simples gesto de uma
mariposa ou com os murmúrios de Ravenna e Ryan, seus filhos; na maior parte do tempo,
ficavam quietos, sem falar coisa alguma, entretidos com seus brinquedos e almanaques que
costumavam circular em décadas antigas, mas, naqueles poucos dias de Inverno, se
resguardavam na maior parte do tempo dentro dos seus quartos, observando o lado de fora. Por mais que já estivessem acostumados a ver apenas barro e argila das paredes resistentes do
subsolo, ainda provavam do pavor de se verem como prisioneiros. Não tinham amigos, não
conversavam com muitas pessoas, a não ser quando visitavam Cerulean ou Pewter —
principalmente Pewter, onde podiam brincar e se divertir com os irmãos mais novos de Brock.

Como passavam a maior parte do tempo em casa, só tinham um ao outro para
conversarem ou, por vezes, Serena, que lia algum livro para distraí-los ou contava história do
tempo em que participava de concursos e fazia belíssimas apresentações com seus Pokémon.
As crianças, maravilhadas, enchiam-na de perguntas, pulavam e saltitavam quando ouviam a
mãe comentar sobre alguns dos seus momentos preferidos no palco. Por mais que doesse falar
a respeito, se lembrar de recordações pesadas e inteligíveis, Serena defendia a premissa de que
não deveria esconder dos filhos aquilo que lhe proporcionou alegria, entusiasmo e satisfação há
tantos anos. Portanto, sempre que sobrava tempo dos afazeres domésticos ou dos
diversos discursos que organizava para Ash, ela sentava com os filhos próximos à lareira e os
fazia gargalhar com um passado que agora não existia mais.

Naquele dia em questão, as pálpebras de Ash ameaçavam se fechar a qualquer
momento. Seus olhos chamuscavam como se estivessem expostos a fogo em brasa, enquanto
sua boca salivava mais do que o normal. Suas mãos suavam, trêmulas, a caneta mal se
sustentava entre os dedos — já devia ter se acostumado a escrever discursos, já fizera tantas vezes; por que aquele, em especial, sairia diferente dos demais? Compreendia que eram causas
completamente diferentes, mas o incentivo continuava o mesmo: o bem comum dos
habitantes. “Argumente! Convença-os!” – murmurava para si mesmo, solitário, em busca de convicção, mas
perdera o fio da meada. Enquanto travava uma batalha incessante contra o seu eu, Ash
aguardava um telefonema de Cynthia com ansiedade; entre a preocupação se ela iria ligar, se
diria o que pretendia dizer, e a tentativa de reprimir as lembranças dolorosas do que fora uma
semana complicada, longa e cansativa, não sobrava muito espaço em sua mente.

E se não bastasse a responsabilidade de liderar pessoas até aquele momento abaladas
com o que acontecera à superfície, ainda precisava encontrar meios de amenizar a pequena
parcela de rebeldes sem causa – eles costumam bombardear os portões em horários
específicos, quando suas defesas ficam escassas, procurando se libertar do subsolo. São
detidos todas as vezes que tentam, pelos protetores, mas isso não impede que as pessoas se
sintam desprotegidas, à mercê. Elas não precisam de mais motivos para sentir medo.

Para Ash, pensar em um mundo sem leis seria como voltar à pré-história, onde os mais
fortes conseguiam sobreviver e os mais fracos morriam de fome ou eram mortos pelos seus
rivais. Na medida em que os homens começaram a dominar as técnicas da agricultura, passaram a se agrupar para trabalhar a terra e domesticar os animais. Foram também as necessidades do trabalho que fizeram com que eles buscassem um meio de comunicação, e assim nasceu a linguagem. Enquanto alguns cuidavam da lavoura, outros iam atrás da caça, da pesca ou dos frutos. Tinham também a força do grupo para lutar contra os animais selvagens e construir casas mais seguras, que lhe davam abrigo e proteção. Mas, ao mesmo tempo em que o grupo tornava a sobrevivência mais fácil e a vida mais agradável, era preciso estabelecer regras que permitissem a convivência comunitária, pois, junto com o conforto das casas e a fatura das colheitas, surgiam também as noções de propriedade privada e a guerra pela posse do que antes era considerado um bem comum.

Era exatamente o retrocesso que experimentavam.

O resto dos habitantes que sobreviveram e se adaptaram ao subsolo, precisavam se virar, plantar e colher sua própria comida, cuidar do sustento da sua família. Eram como se, de fato, tivessem regredido à idade media. Mas não era porque viviam como na pré-história que precisavam agir como seres irracionais. Regras sempre foram necessárias para manter o convívio pacífico entre os habitantes. E Ash, visando a ordem, expôs as novas regras de acordo com a realidade que viviam. E por mais que alguns dos habitantes — geralmente os rebeldes — argumentassem, de boca cheia, que viviam como escravos por não terem interação com os seus Pokémon, por mais que estivesses sãos, não justificava o fato de se rebelarem contra as leis. Era como entregar armas à pessoas que não estavam preparadas, psicologicamente, para portarem uma.  Os protetores eram os únicos que podiam usar Pokémon — faziam isso não por desigualdade, mas para defender os habitantes deles mesmo ou do que quer que vivesse na superfície, já que não sabiam mais de coisa alguma. Os rebeldes, de algum modo ainda desconhecido aos protetores e a Ash, conseguiram alguns Pokémon para ajudá-los nos atentados. Usavam poder de fogo e, ocasionalmente, machucavam civis desprotegidos, reles inocentes que caminhavam próximo demais dos portões quando os bombardeios aconteciam. Ash procurava uma maneira de detê-los, de impor ordens.

O que fazia era para o bem de todos. Por mais que não percebessem isso.

E as acusações continuavam: “Covarde”, “O que esconde, Ash?”, “Por que não nos comunicamos com as outras regiões?”, “Por que não transitamos pela superfície para descobrir o que houve, de fato, o que teme?”, “Nos revele o que você esconde nas mangas”.

O pulso de Ash acelerou só de pensar nessas acusações, porque não eram juntas nem verdadeiras. Como é que os seus protetores poderiam invadir uma superfície às cegas, sem proteção ao ar tóxico, sem lanternas potentes para iluminar a escuridão? O sol desapareceu, o ar diminuiu de forma drástica, não há mais o verde das plantações, das árvores, só destruição. E como conseguiriam se comunicar com as outras regiões se eles nem ao menos sabiam se haviam sobrevivido ou não? Era um absurdo insinuarem que estava escondendo algo quando, ele próprio, se afundava em dúvidas e desespero. E como ousavam sugerir que aqueles bombardeios bárbaros divulgados com estardalhaço eram consequências de falta de protetores?

* * *

Ash virou a segunda página do discurso, verificou o quanto ainda faltava e achou que seria inútil se esforçar mais naquela ocasião, se o sono o esbofeteava com tanta violência. Estavam no inverno, mas só se lembravam do clima por verificarem no calendário; se esqueciam não por displicência, mas por não sentirem frio, só calor. Contudo, naquele dia especificamente, o ar gélido decidira visitá-los de uma forma sutil, se espalhando pela casa através das janelas abertas e pelos poucos buracos das telhas. Ash se aconchegou outra vez na poltrona e, inevitavelmente, entrou em um profundo estado de inconsciência.

            Em uma hora, observava seu discurso inacabado, no outro, se encontrava sentado em uma cadeira que, ao contrário da sua, era anormalmente desconfortável. Não levou muito tempo até ele perceber que estava amordaçado. Não via nada. Só escuridão. O oxigênio fugia, o breu sufocava-o, por vezes seus olhos corriam de um lado para o outro, procurando alguma sombra, qualquer gesto desavisado daqueles que o aprisionavam, mas o negrume não cedia. Ele ouvia passos, vozes, sussurros; reconhecia algumas delas — principalmente a voz da mulher; rouca, o modo rude como se referia a ele. Era quem ele pensava que fosse? Sentia que não demoraria muito para descobrir. Alguém, com violência, o forçou a se levantar, depois o empurrou para frente apressado. Ash obedeceu, sem realmente pensar.

            Após caminharem alguns segundos, sentiu o barulho de celas rangerem no piso metálico, a caatinga de ferrugem vagando pela atmosfera, o suor das pessoas que o carregavam dissipando o cheiro de lavanda da mulher que outrora sussurrava próximo aos seus ouvidos. E nada, absolutamente nada poderia descrever o pânico que o invadiu goela abaixo. Os olhos arregalados, com sede, os dedos imóveis, as pernas hesitantes...

            Ash via, à sua frente, Serena, Ravenna e Ryan. Os braços erguidos ao alto e agrilhoados à grossas algemas; o pulso de Ryan ensanguentado, Serena descabelada, com o rosto virado, de cabeça baixa, inconsciente... Ravenna com as órbitas dos olhos vazias, inexpressivas. Uma raiva coberta de furor, frenesi e desespero invadiu Ash. E nada mais parecia importar. Faria qualquer coisa, seria qualquer coisa, se tornaria qualquer coisa, somente para salvá-los. Com a mão erguida e os olhos ensopados, Ash ergueu a mão em direção à família... pareciam se distanciar, ficarem fora do seu alcance. O desespero forçou-o a gritar.

— Ash, por favor, acorde...

Retornou a si. Estava com a cabeça em cima dos vários papéis espalhados pela sua bancada, respirando com esforço como se tivesse corrido. Acordara de um sonho vívido, apertando o rosto com as mãos. Sentia não raciocinar direito, mas via Serena bem à sua frente, um olhar preocupado, as sobrancelhas levemente erguidas — o alivio que sentia crescer dentre si por vê-la ilesa não tinha precedentes. Era como receber o perdão dos pecados. Era como ter a chance de viver uma segunda vida. Não conseguia esboçar um sorriso sem tremer os lábios e bater os dentes. Ash passou as mãos pelos cabelos, aliviado... quando voltou a olhar diretamente nos olhos de Serena, parecia querer interpretar algo ali dentro.

— Não me diga que está com insônia — disse Ash, tentando fazer parecer que a falta de sono de Serena era muito comum. Os olhos da mulher faiscaram.

— Outro pesadelo em menos de três dias. Sinceramente, isso está começando a me preocupar. Quantas vezes mais você vai ter que adormecer em cima de papéis e não no aconchego da sua cama, Ash? As coisas não funcionam dessa maneira — sussurrou Serena com calma, a voz doce, as mãos delicadas afagando os cabelos do marido.

— Como ainda sou ingênuo de me desesperar sempre com o mesmo sonho? Parecem seguir um padrão que eu não consigo compreender, não encaixa — disse Ash entre dentes — E ainda nem terminei o discurso. Não me sobrou tempo agora, não é?

            Serena, então, maternalmente, deu umas tapinhas no ombro de Ash.

            — Não se preocupe — disse —, provavelmente você não vai conseguir concluir o discurso nesse estado de sonolência, deixe que eu mesma faça isso. E sobre sua ingenuidade de se preocupar com as mesmas cenas nos sonhos, bem, talvez seja pelo simples fato de você se preocupar comigo, com Ravenna e Ryan. Não há nada de errado nisso, meu amor.

            — Fico pensando se isso não remete ao fato de que, em algum momento, não conseguirei proteger vocês. Não conseguirei... — um suspiro — Não está sob meu controle.

            — Na realidade, Ash, não está sob controle de ninguém — disse Serena em tom casual — Agora, você precisa ir dormir. Deixe que finalizo o discurso. Já tenho o que colocar.

            — Mas nem pensar. Ainda estou consciente.

            — Não por muito tempo, pelo que vejo — Serena sorriu, olhando diretamente para as pálpebras de Ash, que mal se aguentavam abertas. E se lembrou do porquê estava ali — Ah, chegou uma encomenda endereçada a você mais cedo. Pelo que vi na embalagem, parece ser importante, veja — ela tirou do bolso um pacote feito de uma fibra resistente e amarronzada. Balançou-a no ar antes de entregar nas mãos seguras de Ash.

            — Não tem remetente — observou Ash, também balançando-a. Rasgou cuidadosamente a embalagem, olhando atento aos detalhes que apareciam na medida em que o conteúdo do pacote se revelava. Era um holograma. Preocupado, Ash direcionou os olhos à Serena, vacilante. Suas expressões entregavam seu pavor de bandeja.

            E antes de pensarem em destruir aquilo, o holograma se ligou automaticamente.

            Era o grupo de rebeldes, Ash os reconhecia pelos brasões que usavam nos bíceps. Neles, cuidadosamente bordados, aparecia os dizeres: “Apoio pleno a Red”. Quatro deles estavam ao redor de uma pessoa, ajoelhada, com o rosto coberto por uma sacola. Um deles, aparentemente o líder, sorria maliciosamente como se nada temesse no mundo.

— Eu daria tudo para ver sua reação ao desatar esse holograma, Ash, e até ameaçaria minha segurança para isso — enquanto falava seus lábios mal se moviam — Gostaria de ver o quão furioso você ficará quando nos ver livres, sim, estamos livres. Livres do seu governo, das suas leis. É interessante o quanto um homem consegue se colocar acima dos demais e se intitular “salvador”, “protetor”, “líder”, quando nem ao menos sabe distinguir democracia de escravidão. Veja no que nos tornamos, veja o que você nos faz fazer. Isso nada mais é do que um grito à procura de liberdade, de voz, Ash. E é assim que começa... a dor, o sentimento de impotência, que consegue tornar homens que algum dia tiveram integridade em pessoas sem escrúpulos. Espero que o que faremos aqui consiga escancarar seus olhos.

Por fim, o último som que ouviram foi o baque metalino da vítima caindo no chão.

Morta.

Fim do Prólogo

Uma das coisas que mais me chamou a atenção assim como de muitos outros blogueiros e dos fãs de pokemon em si, foi a forma como a história é contada, não é só os personagens que são adultos, toda a atmosfera do livro é adulta, é uma trama muito bem escrita e detalhada, não gosto de me achar mas já me achando como estudante de Letras eu fiquei bem boquiaberto como o Hal usou as palavras, ele consegue deixar a história tão pesada e ao mesmo tempo incrível, é complicado explicar só lendo mesmo pra sentir isso, não esperava menos de um estudante de Letras também.

Se quiser ler o prólogo direto do site só clicar aqui: Ash vs Red

Bem meus amigos, para todas as informações sobre o lançamento, ebook, pequenos contos que entrando facebook você encontra e dai por diante, só clicar aqui "www". Assim como na minha quase ultima postagem que eu falo sobre o mangá de Machado de Assis, aqui nesse livro do Ash vs Red, o Otaku de Cachecol indica sem sombra de duvidas, eu estou apoiando aqui para que seja um sucesso, irei comprar óbvio que irei pois é realmente uma obra de artes, e claro que vai ter aquela review show no blog.

Então isso é tudo pessoal.
Fonte do prólogo: Pokémon Blast News
Obrigado por esta no meu blog.
E pra você que esta lendo esse post, sinta-se abraçado pelo Cachecol :3

10 de mai. de 2016

O que aconteceu com o anitube?

Yoo' Pessoas \ô/


Aloha Família. Cachecol aqui nesta tarde ensolarada trazendo hoje mais uma postagem para o blog, hoje meus amigos pra conversa um pouco com vocês, sobre o que aconteceu com o até então "ex" maior site de animes do Brasil. 

Bem minha querida família, se vocês são do grupinho que assiste animes quase todos os dias se não todos os dias, alguma vez vocês já devem ter entrado no site Anitube, um site de certa forma até que bem legal, com animes em dia e uma qualidade sem igual, eu sinceramente não vou muito com o site, não acho organizado, no entanto tudo nele é bom, porém sou bem chato com isso e só assisto anime no Super Animes, mas bem voltando ao assunto principal, se você já entrou nesse site ou só assistia anime nele, percebeu que nessa semana agora o site meio que caiu, não estava entrando e tudo mais, muita gente achou que ele realmente tinha caído, no entanto algo um pouquinho mais sério aconteceu, e pra tirar as duvidas entrei no twitter pra ver se algum conhecido sabia do caso, e bem vamos a minha pequena explicação.

Acontece que o site não caiu, mas sim o domínio nele foi transferido para o Japão, sim para a terra do sol nascente, e não isso ele ainda foi bloqueado para os brasileiros, em outras palavras, um certo alguém dentro da equipe talvez bem claro o dono realmente não sei se é um dono, mas digamos que é ok? do site, vendeu tudo TUDO para uma empresa japonesa e a mesma bloqueou o acesso aos brasileiros, para entra no site só usando VPN e fazendo uns bagulho louco, que óbvio não recomendo pois pode a chance de você se ferra é enorme. Eu não quis comentar logo após ver isso pois eu queria mais informações sobre o ocorrido, então esperei alguns sites de notícia comentar sobre algo, pois no twitter eu tenho alguns contatos com a galera do Anitube, de fansub, scan etc... Mas os portais de notícia sempre conseguem algo mais concreto.  No entanto, todas as minhas pesquisas resultaram na mesma respostas esta: "Segundo informações, o crescimento do site se deu a tal maneira que o governo japonês destacou em Julho de 2014 que o Anitube era um dos principais sites que facilitam a distribuição e exibição ilegal de animes em português."

Bem eu nunca trabalhei com distribuição de animes e tudo mais então não posso comentar sobre isso foi errado ou não, se o dono que vendeu os direitos do site e tudo mais para os japoneses na real só vendeu por ameaças pois poderia vim processos e tudo mais, bem eu não vou comentar sobre isso, mas eu posso falar como um usuário que isso não foi correto. Não a venda do site em si, pois no momento que aquilo é seu você faz o que você quiser certo? eu por exemplo posso chegar e vender todo o direito do Otaku de Cachecol pra alguém, no entanto existe uma questão de ética a ser olhada, algo que o dono não teve, pois ok ele quer vender, mas por que não falar com seus usuário? comunicar o ocorrido a eles? alguns dias atrás eu vi realmente a galera desesperada pois não sabia outro lugar pra assistir anime, a galera realmente se sentiu traída pela equipe, ficou algo bem chato sabe, a ganancia de uma pessoa sempre resultada em algo assim. 

Porém saindo dessa parte depressiva do site ter caído e tudo mais, venho trazer uma luz no fim do túnel para você que não sabe como vai ver seus animes, que está mais perdido do que cego em tiroteio desculpe, tinha que fazer essa piada. Bem acontece que a equipe do site se pronunciou sobre o ocorrido algumas horas depois e de todas as informações a mais útil pra você que esta perdido é essa aqui:


Então sim, o Anitube voltou praticamente da mesma maneira que ele era, o que eles disseram foi o que eu comentei, a ganancia da pessoa é algo louco, louco a ponto de vender anos de trabalho pois o Anitube está no ar antes de eu saber o que era animes. A nova página por sinal deles é essa aqui "www" sendo bem sincero achei essa atitude da equipe, essa que antes já devia ser a equipe do Anitube, achei toda essa atitude deles incrível, a cada minuto estavam lá informando todo o ocorrido pra galera, explicando tudo que estava acontecendo, dizendo como vai ficar o futuro do site e tudo mais, achei isso incrível. E pra vocês que nem leu essa postagem só está caçando o link do novo site é esse aqui "www" .

Bem esse foi um pouco do que aconteceu, do que eu pesquei pra comentar aqui com vocês, muita gente está crucificando o dono do Anitube por ele ter vendido tudo etc... no entanto sei lá, não consigo ver ele como vilão, na real não vejo ninguém como vilão só pensamentos diferentes, só única coisa que achei errado e feio da parte do dono foi da noite pro dia fazer isso sem contar pra ninguém, tirando isso acho que a decisão era dele e ele fez o que achou melhor, mas bem você ai que só mais um usuário que só entra pra ver anime não precisa de preocupar com nada, você vai ter seus animes certinhos em dia como antigamente, assim todos saem ganhando. 

Então isso é tudo pessoal.

Obrigado por esta no meu blog.
E pra você que esta lendo esse post, sinta-se abraçado pelo Cachecol :3

6 de mai. de 2016

Machado de Assis - Caçador de Monstros - Mangá Brasileiro

Yoo' Pessoas \ô/


Aloha Família. Cachecol aqui nesta tarde bem ensolarada e abafada só um pouco abafada é claro, trazendo hoje mais uma postagem para o blog, hoje meus amigos iremos falar sobre um projeto interessante que eu fui convidado a comentar sobre. Já comentei aqui por sinal diversas vezes sobre mangas e histórias brasileiras que estão ganhando seu espaço no mundo e hoje iremos falar sobre uma delas.

Recebi um pedido no facebook para comentar sobre o mangá do Machado de Assis, sim aquele cara que talvez você já ouviu na escola e não faz ideia de quem é, esse manga está ai para acabar com toda essa sua dúvida, você vai aprender um pouco das histórias desse incrível homem no formato de mangá, algo que eu acho bem incrível. Um dos pontos que o meu apoio se estabelece aqui é que para se comunicar com os jovens o autor Marcelo Alves decidiu usar o formato de mangá algo que muita gente vem lendo ultimamente, é mais rápido e prático.

Também o que vem dentro desse projeto é uma versão digital em português e inglês, um audiolivro e uma versão impressa, tanto a versão digital em português, quanto o audiolivro serão gratuitos. Haverá distribuição do audiolivro para as principais fundações que trabalham com deficientes visuais, para garantir uma inclusão social digna. O mangá vai esta em preto e branco padrão de mangá que vocês já conhecem, com 96 páginas ao todo, a capa do mangá aqui em baixo:



História:  A história gira em torno de Machado de Assis que, idoso, começa a escrever sobre casos fantásticos que resolveu em sua juventude e que poucos conhecem. Em um dos casos, ocorre uma série de assassinatos no Rio de Janeiro que são investigados por ele e Brás Cubas. Na trama, também estão relacionados o conselheiro Aires e um novo personagem, Quincas Borba II , um gato de estimação que acredita ser a reencarnação de um hipopótamo. O título do mangá é “Machado de Assis: caçador de monstros” e pretende ser uma série com produção de uma a duas edições por ano.

Podemos ficar tranquilo sobre como toda essa história vai ser desenrolada, como o enredo vai ser colocado e explicado pois tudo está em boas mãos, pois eu sei que muita gente no começo aprova, mas sempre fica "será que vai valer a pena ler?" pois nem sempre a história é bem contada ou é ruim mesmo. Porém podemos ficar tranquilo pois o autor Marcelo Alves com esse é o seu terceiro trabalho, ele é mestre em Linguística, escritor, roteirista e produtor cultural. tudo que eu quero ser daqui a cinco anos 

Esse projeto foi aprovado pela lei Rouanet (PRONAC 154741). Isto é o projeto ganhou o sinal verde para seguir em frente e levar cultura e conhecimento para diversas pessoas.  Mas temos que conversa sobre isso, melhor esse é o principal motivo que faz a minha pessoa comentar sobre o projeto, pois no momento Machado de Assis: Caçador de Monstros está em período de captação de recursos, isto é, estão procurando patrocinadores para esse projeto seguir em frente. Mais informações sobre isso clique em aqui "www".

Bem minha querida família, assim como vários projetos brasileiros que surgem e pedem para que eu possa divulgar aqui no blog, esse projeto está aqui também, no entanto jamais vocês irão ver alguma postagem minha sobre um projeto que não tem como proposito beneficiar o próximo, como futuro professor eu fico alarmado ao ver crianças com falta de interesse nas histórias brasileiras, no quão vasta é a nossa história e quase nenhuma criança que sentar pra ouvir. E quando eu vejo projetos assim eu fico feliz, pois vamos juntar o meio de leitura mais popular entre muitos jovens que é o mangá, com uma história que grande parte só os adultos conhecem. Então esse projeto tem o total apoio do Otaku de Cachecol, irei comentar aqui assim que ele for lançado, irei fazer uma analise talvez do manga, irei compartilhar tudo que de pra ser compartilhado para que esse projeto seja um sucesso.

Então isso é tudo pessoal.

Obrigado por esta no meu blog
E pra você que esta lendo esse post, sinta-se abraçado pelo Cachecol :3