23 de jun. de 2019

7 Anos de Otaku de Cachecol

Aloha Pessoas. Cachecol aqui nesta noite de domingo, trazendo mais um texto para o blog, pra conversamos sobre uma data muito especial que quase, quase deixei passar em branco. Essa vida adulta não é fácil não.

Bem pessoas, estou um pouco envergonhado de aparecer com a cara limpa aqui como se nada tivesse acontecido, porém meus amigos, o blog há três dias, completou seus 7 aninhos de vida, sim meus amados, 7 anos de existência do Otaku de Cachecol. Muitas histórias e momentos mágicos que passei planejando cada texto pra escrever aqui, cada idéia maluca e quadros diferentes pra colocar aqui e tentar mudar um pouco a forma como escrevia.

Evolui muito com todos esses anos, e sou muito grato ao feedback que recebi de vocês enquanto lia meus textos, e isso vai tanto comentarem quanto de lerem o que eu escrevia, eu consegui com um tempo entender como vocês pensavam e o que vocês queriam ler conforme as visualizações batiam. 

Eu queria muito está aqui no dia 20, pra escrever no momento que o blog completou seus 7 anos, porém eu estava de plantão no trabalho e pra melhorar eu tinha pegado um turno extra, então eu estava de 24 h. Completamente longe de internet boa suficiente pra escrever algo, me arrependo de não ter planejado nada antes, mas acho que se caso eu tivesse planejado algo talvez não iria ser tão do coração como está sendo. 

Eu comecei o blog com a idéia de textos todos os dias, mas fui crescendo e tendo obrigações e responsabilidades que todo adulto tem, com isso os textos foram caindo pra semanais, depois pra quinzenais e infelizmente cá estou eu praticamente um mês depois escrevendo algo, pretendo sim mudar isso, obvio que agora além do trabalho, eu também estou casado, não vou conseguir voltar com o ritmo de texto todos os dias, mas aos poucos vou movendo os pauzinhos pra voltar pelo menos toda semana. 

Obrigado de coração por estarem comigo todos esses anos, sou grato também por estarem me apoiando nas diversas mudanças que o blog vem tendo com o tempo, agora com essa nova pegada de escrever sobre emoções e sentimentos, estou percebendo que isso está agradando boa parte de vocês e também é algo que estou curtindo escrever.

Que ao longo desse ano, possamos ter mais textos pra cá, que todos continuem comigo nessa jornada e que o Otaku de Cachecol continue agradando todos vocês.  

Então isso é tudo pessoal.

Obrigado por estar no meu blog.
E pra você que está lendo esse texto, sinta-se abraçado pelo Cachecol :D


22 de mai. de 2019

Book Off - Tesouro pra Alguns


Aloha Pessoas. Cachecol aqui nesta tarde ensolarada, trazendo mais um texto para o blog, hoje pra falarmos sobre como no Japão e em alguns outros países, o conceito de “lixo pra um, tesouro pra outro” é muito bem aplicado. 

Bem, não me lembro de comentar aqui, mas esse ano, ou melhor, nessa semana agora que está chegando eu irei casar não no civil, pois já está tudo certo lá, mas sim na igreja, naquela idéia bem bonita e mágica que só o momento do casamento pode trazer, e nessa nova vida de casado preciso de moveis e coisas que utilizamos no dia a dia que infelizmente não posso trazer da casa do papai, tem que ser comprado e como é caro isso tudo.

Então ai que entra a idéia desse Book Off, não sei se há algum desses aqui no Brasil, talvez os tantos grupos de troca e venda ou esses sites da vida (olx) seja a versão digital que o Brasil aderiu aqui, no Book Off a pessoa basicamente entra em mercado de usados e escolhe seu produto como se estivesse fazendo compras normais, o Japão isso se tornou algo tão comum, que tem sempre uma dessas lojas em cada cidade. 

O mais incrível desse tipo de mercado é que você assistindo alguns vídeos de brasileiros no Japão e eles indo até esses lugares, você consegue ver uma variedade gigantesca de coisa em perfeito estado, dá pra ver o quão é movimentado e que esse mercado de usados não é algo feio, como alguns aqui no Brasil pensa, como por exemplo, comprar algo no brechó. 

Na Book Off do Japão, eles costumam ir mais além do que o normal, e em vez de ter só essas lojas de usados, eles criaram nichos diferentes para públicos específicos.  Como por exemplo, lojas só de CDs e livros, assim como loja só de brinquedos antigos para colecionadores, mangás então nem se fala. 

Parece até ponto turístico para o que irei falar agora, mas se um dia eu for ao Japão, visitar uma Book Off vai ser uma das minhas paradas obrigatórias. Nem que eu compre nada, apenas quero entender de perto essa idéia que é tão grande no Japão, pois eu levo realmente ao pé da letra, isso de “lixos pra um tesouro pra outro”. 

Então isso é tudo pessoal
Fonte: Jwave
Só um texto rapidinho, pra movimentar mesmo o blog, sendo que semana agora terá algo novo.
Obrigado por estar no meu blog.
E pra você que está lendo esse texto, sinta-se abraçado pelo Cachecol :D


25 de abr. de 2019

Escolha Algo pra Perder


Aloha Pessoas. Cachecol aqui nesta tarde nublada e com cara de chuva, mesmo com o Climatempo dizendo que vai fazer sol. Hoje meus amigos iremos conversa sobre algo que veio na minha cabeça e eu comecei a questionar como seria isso colocado em prática.

Creio que muitos aqui já assistiram o anime Deadman  Wonderland ou talvez leu o mangá que na minha opinião é bem melhor. De uma maneira bem geral e resumida a história conta a vida de um rapaz que acaba caindo em um armadilha onde toda a sala dele foi morta menos ele e pra melhorar tudo ele segura esse crime, é mandado pra uma prisão de segurança máxima. E lá acontece alguns jogos onde quem perde acaba sofrendo uma punição e perdendo uma parte do corpo de maneira bem aleatória. Creio que é mais ou menos isso a história já que a preguiça de abrir e pesquisar sobre é gigantesca e faz só uns seis anos que vi o anime.

Se baseando nisso, eu trouxe uma ideia interessante pra conversamos sobre, vamos tirar esse ideia do anime e colocamos de uma maneira um pouco mais real, no entanto menos sangrenta e ver o que conseguimos tirar disso.

De uma maneira hipotética, bem hipotética, digamos que antes de você dormi, tem uma carta na sua cama, abrindo a carta tem algumas caixas de opções com algumas palavras do lado, e um título no começo da carta “Escolha Algo pra Perder”, nas opções temos: Visão, Audição, Olfato, Paladar e Tato. Qual você escolheria? Vamos levar em consideração que você não está achando engraçados, mas sim algo bem sério, depois de um tempo pensando qual opção você iria escolher?  Sendo que na mesma carta no final dela diz que se você não marca uma, vai perde tudo. Logo obrigatoriamente você teria que perde algo, algo pra sempre. Parece ser algo bobo, mas tenta imaginar sua vida sem uma dessas coisas.

Eu comecei a pensar muito sobre e fui tentando me imaginar sem por exemplo a Visão. Pra tentar entender o que eu poderia passar, eu paro pra pensar no que eu mais gosto de fazer com aquela coisa que eu perderia, no caso da visão, eu não poderia mais ler, eu sou apaixonado pela leitura, eu leio todos os dias e sem a visão eu não iria mais ler, no entanto existe áudio books certo? Porém no meu trabalho eu leio laminas no microscópio, como eu iria ler sem a visão? E minha esposa, como eu iria vê-la sorrir? Logo escolher pela visão é algo impossível.

Então se não quero perde a visão, que tal a Audição? Eu não sou de ouvir música, não é muito a minha praia, mesmo eu gostando muito de ouvir podcast não seria algo horrível perde essa habilidade de ouvir, só que assim como a visão, eu deixar de ouvir a voz calorosa da minha esposa, quando eu tiver filhos eu não poder ouvi-los, isso causa uma pequena dor no peito que é difícil de explicar, eu nem digo pela comunicação pois eu gosto de escrever e eu sei falar em libras, então não é algo que iria me limitar. Só que ainda assim não é algo que eu gostaria de perde.

Já o Olfato talvez seja o que menos me vejo com medo de uma possível perda, talvez pelo motivo de eu não usar perfumes, das pessoas do meu convívio não usarem também (já que todo mundo é alérgico) só que saber que não vou poder sentir aquele cheiro de café pela manhã, aquele cheiro de almoço que nem estando com fome já me deixa de água na boca, perde esse pequeno prazer da vida, não consigo imaginar alguém que aceitaria com facilidade.

Há mesma coisa digo do Paladar. Esse eu tenho certeza absoluta que eu não iria querer perde, nunca mais sentir o gosto de nada? Gosto do chocolate, gosto do café, saber que assim como o olfato eu não ter mais os pequenos prazeres da vida, como eu iria viver sem tal coisa? Eu poderia viver? Claro que sim, mas ainda assim vamos tentar imaginar uma vida toda, sem saber o que é o gosto do que está comendo, viver de lembranças.

Por fim, o Tato, eu tento imaginar o que é viver sem o tato, é tocar em algo e não sentir a suavidade do objeto ou a brutalidade dele? Eu optei deixar ele por último, pois eu realmente não consigo me ver sem o tato, eu não sei como é não sentir o que está tocando, não sentir o calor ou não sentir o frio daquilo, eu consigo me imaginar sem a visão, só fechar os olhos, consigo me imaginar sem audição é só tampar os ouvidos, assim como sem olfato e paladar. Agora o Tato? Nunca mais saber o que estou tocando ou simplesmente não sentir, seria algo como está sempre com as mãos dormentes? Entende como é complicado se imaginar nessa situação?

Tenta se imaginar sem uma dessas coisas, depois de ler todo esse texto, qual opção você iria marca? Porque o que fizemos aqui foi uma reflexão de como seria a minha vida sem um desses, eu particularmente não faço ideia do que iria marca. E você?

Então isso é tudo pessoal.

Obrigado por estar no meu blog.
E pra você que está lendo esse texto, sinta-se abraçado pelo Cachecol :D

31 de mar. de 2019

A Arte de Mentir


Aloha Pessoas. Cachecol aqui nesta, talvez tarde que talvez esteja nublada, já que estou esperando esse texto de madrugada. Hoje meus amigos iremos falar sobre mentiras, como eu sinto que estou cada vez mais dominando com muita maestria essa pequena habilidade. 

Atualmente estou assistindo talvez uns dos animes que mais estou curtindo no momento, sim ainda estou assistindo anime, chamado Kaguya-Sama, ou só Love Is War, que de uma forma bem resumida, conta a história de dois personagens que gostam muito um do outro mas que ficam disputando pra ver quem vai se declarar primeiro já que pra eles se declarar é uma forma de demostrar fraqueza e boa parte dos episódios é essa trama de quem vai ou não se entregar. É uma história muito divertida e o que mais me prender nela é como cada personagem sabe muito bem como mentir, ou esconder o que sente. 

Ai eu comecei a levar isso pra minha vida, comecei a procurar se em algum momento nesses meus curtos 22 anos de existência se eu já estiver em um ambiente onde precisei mentir pra me livrar de algo ou me beneficiar em algo, que parando pra ver essa é a única função da mentira certo? Ou talvez, não se meter em encrenca ou conseguir algo que há muito tempo queria. E não precisei pensar muito sobre o assunto, já que rapidamente consegui me encontrar no mundo da mentira. 

Na real eu ando tanto não mentindo, mas mudando alguns pontos e momentos de algumas situações específicas de uma forma tão natural que eu nem percebi que estava de fato fazendo isso. Que nem aquele ditado que diz “Quando se é muito bom em algo, você faz ele sem perceber”, ok, não faço ideia se existe esse ditado, mas o sentido da frase funciona muito bem.

Mesmo que utilizar deste artifício pra fugir de discussões ou até ganhar muitas delas, a mentira certas horas pode não ser a melhor coisa a se fazer. Porque quando percebemos que isso funciona, e mexendo alguns pauzinhos você consegue ainda até utiliza-la de uma maneira onde sempre vai funcionar usar aquela frase especifica, independe da pessoa e do momento. Acabamos nos transformamos em robôs, digo isso pois alguns meses atrás escrevi aqui sobre eu não ter mais tanta empatia com alguns grupos de pessoas. E quando juntamos essas pessoas mas a forma como eu posso simplesmente soltar o que bem quero pra ela, antes de percebe aquela pessoa pode se torna somente um objeto, somente mais uma coisa que está no meio caminho até meu objetivo, sim parece coisa de seriado mas já vi acontecendo bem na minha frente.

A ideia desse texto é pontuar que você pode mentir, você pode utilizar da mentira pra fugir de discussões ou ganhar algumas delas, porém vamos utiliza-las com moderação, sei que a minha religião condena isso e nos mostra com várias provas que não é algo saudável há se fazer, porém mesmo não querendo, acabo caindo na questão da minha humanidade, caindo na questão de que se eu não mentir naquela situação, se eu decidir por falar a verdade, eu posso acabar me dando muito mal. Logo, acabo fazendo algo errado, pois a mentira diante de tantas coisas que eu faço não é a pior coisa  que tenho que mudar (agora parece até que sou uma péssima pessoa). 

Então isso é tudo pessoal.

Obrigado por estar no meu blog.
E pra você que está lendo esse texto, sinta-se abraçado pelo Cachecol :D

8 de mar. de 2019

Procrastinar ou Apenas ser Preguiçoso?


Aloha Pessoas. Cachecol aqui nesta noite abafada, trazendo mais um texto para o blog, hoje pra conversamos sobre procrastinação, como isso se tornou o grande vilão da minha vida. Talvez esse texto seja mais um desabafo. 

No entanto, não posso deixar de parabenizar todas as mulheres pelo seu dia, meus parabéns pra cada guerreira e cada mulher que está lendo esse texto, dia da mulher não é só 8 de Março, mas sim todos os dias, só lembrando isso. 

Esse talvez seja um tema muito incrível pra eu trazer aqui, já que parece que estou trazendo um texto por mês de propósito. Mas na verdade muitas coisas estão acontecendo na minha vida, se é que eu ainda posso me defender aqui. Começando pelo meu casamento que está pra acontecer esse ano, depois tem a minha casa que estou construindo, além do meu trabalho que consome muito do meu tempo. Só que tudo isso poderia fazer sentido se a minha preguiça não entrasse em jogo... 

O que acontece atualmente, é que eu estou com pouquíssimo tempo em casa, e esse tempo que já é curto o que eu faço tirar o melhor dele? Fico assistindo seriado, ou melhor, fico assistindo Grey’s Anatomy revendo e revendo um episódio atrás do outro, fico assistindo um ou outro anime. Não leio livros (só no ônibus), não leio mangás, nem sequer durmo que talvez fosse o que eu precisasse fazer pra descansar bem o corpo. 

Então eu sou um fracasso como pessoa, pois eu estou querendo usar a desculpa que estou procrastinando, mas na verdade eu estou enrolando mesmo pra fazer as coisas. Sendo bem sincero pra vocês, eu não me lembro a última vez que maratonei uma temporada de anime, por algumas vezes cheguei a pensar que cheguei naquele momento de que animes não são mais a minha praia. 

Única coisa que me mantem ainda animado é saber que não estou por completo simplesmente vivendo uma vida monótona é que no trabalho eu estou estudando, pesquisando e evoluindo intelectualmente mais e mais na minha área de atuação. Todo dia estou aprendendo e pesquisando algo novo. O que gosto de pensar é que estou em transição, estou crescendo e cada vez mais assumindo meu papel de adulto na sociedade e que as vezes fica difícil conciliar esses dois campos, continuar na fase de adolescente de ver animes, e ficar também trabalhando e assumindo responsabilidades com a vida dos outros. 

Sei que é difícil, mas vou dá tempo ao tempo pra ver como consigo encaixar os animes e toda rotina otaku no meio dos meus afazeres diários. Porque se depois de todos esses anos eu não parei de ver animes, não vai ser agora que irei parar, mesmo que eu fique menos da metade do dia em casa 

Então isso é tudo pessoal, se caso você estivesse esperando um texto mais descontraído e caiu em um desabafo de alguém quase que amargurado, eu peço desculpas, estou trazendo um texto daqui alguns dias, ou semanas, ou mês que vem. Sobre algo que me encanta nas animações japonesas. 

Então isso é tudo pessoal.

Obrigado por estar no meu blog.
E pra você que está lendo esse texto, sinta-se abraçado pelo Cachecol :D