3 de mar. de 2020

Um Presente Chamado: Your Name


Aloha Pessoas. Cachecol aqui nesta manhã nublada que se tudo dê certo, vai chover o dia todo. Trazendo mais um texto para o blog, hoje pra conversamos sobre como no meu aniversário eu recebi um presente tão diferente do normal, mas que me deixou boquiaberto e sou muito grato por ter recebido. Não sei se vai ter spoiler de Your Name, então leia já esperando ou não algo.

Então, dia 27/2, praticamente ontem, já que foi no mês passado. Eu completei mais uma primavera nesse mundo, 23 anos de muito café e livros, só que tem um pequeno erro nessa maravilha de fazer aniversário, que é o fato de que eu não gosto de festas de aniversário, eu nunca fui fã de fazer festa, eu gosto muito de ir nas das pessoas, mas eu fazer dá uma dor de cabeça eu vou empurrando a ideia de festa pra quando eu for pai, pra ter uma ideia nem festa surpresa eu gosto de ter, pois me sinto na obrigação de colocar a mão e ter quer ajudar em algo, eu até já cheguei pensar que o fato de eu não gosta de festa de aniversário é porque eu não gosto de me imaginar trabalhando nela. 

Dito toda essa explicação, então já partimos do pressuposto de que não teve nada em especial para meu aniversário, não teve nem aqueles bolos que a gente usa pra tomar café da tarde, qualquer nível de comemoração é algo que eu fujo, não faço ideia do motivo, mas eu simplesmente não gosto. Só que eu tenho um irmão do meio, que faz questão de vim com toda sua animação me desejar feliz aniversário, e todo ano ele me presente-a com algo inusitado. Já veio me entregar um copo cheio de café, já me deu sapato com pares trocados porque na visão dele é estiloso, já me deu um dia de spar, sendo que ele seria o que cuidaria de mim, então eu imaginei algo bizarro vindo dele esse ano. No entanto, as coisas foram um pouco diferente desta vez.

Ele chegou cedo na minha casa e me perturbou pra colocar no netflix, dizendo que lá que eu teria meu presente, e o presente em questão seria assistir ao filme Your Name, ou na versão que eu gosto de falar Kimi no na Wa.  Onde temos um clássico plot de história onde os personagens principais mudam de corpo e tem todo aquele choque de cultura, mas claro que eu não fui com esse pensamento, pois eu sei que o Japão não costuma fabricar coisas clichês simplesmente por fabricar, sempre há algo profundo na ideia do filme ou produto que querem entregar. O pior é que eu já estava pra assistir esse filme, mas eu imaginei que teria um drama no meio dele e por isso fiquei fugindo de ver ele, assim como um monte de filmes japoneses que tem na netflix.

E claro que isso acontece com Your Name, eu fui jogado em um mundo igual ao nosso, porém fui empurrado para ambos momentos únicos e mágicos, e eu digo com muito prazer que foi o melhor presente de aniversário que recebi nesses últimos anos. Isso acontece, pois o filme como falei não é um clichê bobo de troca de corpos, é um filme de romance que envolve troca de corpos e viajem no tempo o que confesso fiquei extremamente perdido em algumas cenas e tive que rever novamente, só que o grande momento mágico que consegui captar desse filme foi o que mexeu comigo.

Nesse filme eu aprendi sobre amar ao próximo, mesmo que ele não lembre de você, mesmo que ele não saiba quem você é, ou mais radical ainda, mesmo que você esqueça o nome dele, simplesmente ame essa pessoa Eu comecei a gosta muito do filme por isso, porque eu aprendi e espero colocar em prática, como eu devo aproveitar os pequenos momentos que a vida for me dar. Aprendi a amar e tentar demonstrar interesse no que alguém ao meu lado for falar, pode parecer fácil, porém pra mim é uma luta e eu até já comentei isso aqui no blog.

É um filme muito marcante, recomendo que assista quem nunca nem sequer ouviu falar, assim como recomendo rever quem já viu, sempre há algo novo pra aprender. Your Name me ensinou algo ou melhor me respondeu uma dúvida que eu nem sabia que existia, ou até sabia, porém não sabia como colocar em prática, que é o interesse pelo bem-estar do próximo, é saber que hoje essa pessoa está com você, mas amanhã… Esse filme marcou minha vida e mudou nem que seja 1% do meu modo de agir. E por isso recomendo fortemente assistir, principalmente você que se encontra perdido.

Então isso é tudo pessoal

Obrigado por estar no meu blog
E pra você que está lendo esse texto, sinta-se abraçado pelo Cachecol :D

4 de fev. de 2020

Talvez um fim do Mundo

Aloha pessoas, cachecol aqui nessa tarde nublada e finalmente gelada, pra conversamos sobre um possível fim do mundo que eu já vinha pensando como seria, mas aí com esse vírus maroto vindo da China, parece que vai acabar antes de pensar

Eu nunca fui daquele tipo de pessoa que fica louca imaginando o fim do mundo, ou planejando várias coisas caso uma bomba exploda ao meu redor, não julgando quem faz isso, até porque isso é uma vibe grande nos Estados Unidos por exemplo que tem alguns grupos de pessoas que realmente se preparam pra qualquer possível catástrofe, mas morando lá com vulcões, terremotos, tsunamis e por ai vai é meio que fácil de entender o motivo de tal preocupação 

Bem o ano está começando e eu não pensei que começaríamos 2020 tão “bem” assim, primeiro que já levou pelo menos uns três meses pra sairmos de Janeiro, esse ano Janeiro decidiu roubar o lugar de Agosto? Agora Fevereiro está voando já é dia 4. Ai não satisfeito o povo decidiu que deveríamos começar uma Guerra Mundial, ficou todo aquele climão de se iria rolar ou não e no fim não rolou. E pra finalizar bem esse começo de ano temos ai o Corona Virus dando um oi pro pessoal e fazendo o mundo ficar preocupado. 

Eu sou uma pessoa bem pessimista perante a muita coisa, e o que mais me faz ser pessimista é o mundo todo ao meu redor sendo otimista, dizendo que tudo vai ficar bem quando as coisas claramente não vão ficar bem, porém está difícil ser pessimista já que o mundo todo está um caos. Acho que a única coisa que me deixa feliz nesse começo de ano é que já consegui finalizar meu primeiro livro, sim um pouco atrasado, mas consegui finalizar o primeiro de muitos. 

Dito tudo isso, vamos agora para o que me fez querer escrever esse texto, eu ouvi alguns podcast e participei de algumas rodas de conversa onde o pessoal tocava muito nesse assunto, de se preparar ou não para um possível fim do mundo, fiquei realmente surpreso com as ideias de sobrevivências que eu vi dessa galera, sobre táticas de como encontrar um abrigo corretor, como dividir alimentação, quantas pessoas levar, como sair pra buscar algo no meio de um caos. E eu vi que a ideia valia tanto pra um apocalipse zumbi, como pra uma bomba cair e matar uma galera, ou talvez só a mãe natureza querendo dá uma zerada no planeta e começar tudo de novo.

Eu li tanto sobre o assunto, que parece piada, mas eu acho que o que melhor iria se encaixar na minha situação, ou, pelo menos, o mais cabível no momento, era ser o primeiro a morre, não tenho saco pra ser líder de uma galera, não tenho um pingo de vontade de ficar esfregando vareta pra fazer fogo, se a bomba cair que caia perto de mim, se a mãe natureza se revolta que, pelo menos venha ser bondosa na hora de enfiar um galho de árvore no meu peito e zumbis? Ok, nisso eu queria matar uma galera antes de virar um. 

Então isso é tudo pessoal.

Obrigado por estar no meu blog.
E pra você que está lendo esse texto, sinta-se abraçado pelo Cachecol :D

30 de dez. de 2019

O Lado bom do ASMR

Aloha Pessoas. Cachecol aqui nesta tarde nublada, porém com um mormaço que só uma praia pra salvar, final de ano está vindo com tudo mesmo. Já aproveitando também pra desejar uma ótima virada de ano pra vocês, que em 2020 venha cheio de paz e alegria, eu mais uma vez passarei no trabalho. 

Hoje irei conversa com vocês o motivo pelo qual eu gosto de ASMR, e talvez eu consiga mudar pelo menos a forma como você ver essa onda de sons baixinhos e batidas em coisas aleatórias, para uma coisa normal e não tão estranha como a internet anda viralizando. 

Eu confesso que sou uma das muitas pessoas pelo mundo que gosta de ASMR, ou no caso sente, pois eu conheço pessoas, como minha esposa que ouvir os sons já da vontade de se matar. No entanto, não sou da turma que curte todos os gêneros que há pela internet, eu gosto de alguns mais normais e vocês entenderão o motivo. 

Conheci essa onda do ASMR em mais ou menos 2013/2014 com alguns vídeos bem aleatórios e que talvez nem existem mais. Naquela época a grande onda do ASMR era basicamente mostra algumas pessoas que sabem bastante manusear algum tipo de ferramenta, um exemplo, um artesão moldando algo, ou uma carpinteiro fazendo alguma coisa. Era bem comum ter esses tipos de vídeos que nem chamados de ASMR eram, era mais algo de mostra o trabalho sendo feito mesmo, só que a sensação de paz que esses vídeos traziam pra uma galera era realmente muito boa. 

Aqui no Brasil ainda não era nem um pouco popular a ideia, até que um site fez uma matéria sobre o assunto, pois lá fora já existia os famosos roleplays que é basicamente alguém falando pra câmera, fazendo algumas perguntas e a fingindo fazer algum tipo de papel, essa ideia de ter alguém “cuidando de você” ou de dando atenção, explodiu aqui no Brasil. Foi esse site que trouxe essa matéria: Orgasmo Cerebral: O que é e como ter. Nem sei como consegui encontrar isso depois de tanto tempo. 

Depois que entendi toda a lógica por trás da coisa, comecei a pesquisar sobre o assunto e conheci alguns canais ótimos que faziam alguns gatilhos maravilhosos pra que assistia. Eu hoje, por exemplo, assisto bastante vídeos de massagem, cortes de cabelo e sons aleatórios, e por mais que parece estranho, existem alguns bizarros. 

Eu nunca fui muito além do que já costumo assisti, porém meu irmão mais novo ele gosta de caçar alguns gatilhos na qual eu costumo questionar a sanidade mental dele. Um exemplo é ver gente comendo, há quem goste disso, acho um tanto bizarro, mas há quem goste, meu irmão diz que é interessante ver uma japonesa magrinha comendo 5 kg de miojo, claro que não posso deixar de pontuar ASMR em japonês, porque coisa bizarra é com Japão mesmo, e como tem uns vídeos estranhos. Alguns roleplays também são bem anormais como fingir ser sua namorada/namorado, ou ser algum personagem de histórias fictícia que veio só pra conversa. 

Ainda assim, tem alguns pontos ótimos em ASMR, tirando toda coisa louca que existe, a ideia desses vídeos é muito boa pra quem tem problema pra dormi, ou quem sofre com ansiedade, talvez a calma ou a voz baixa que alguns vídeos costumam trazer, ajudam a pessoa a se resolver, assim como também pode causar o efeito reverso em outras pessoas, mas ai não dá pra agradar todo mundo né. 

Então isso é tudo pessoal

Obrigado por estar no meu blog.
E pra você que está lendo esse texto, sinta-se abraçado pelo Cachecol :D

25 de dez. de 2019

O Que Esperar do Natal?


Aloha Pessoas. Cachecol aqui nesta manhã de sol, neste dia tão especial que é 25/12, pra conversamos hoje sobre Natal, o que podemos esperar desta data e como ela pode mexer com a nossa maneira de pensar. 

Eu não venho de uma família, extremamente fã do natal, nem há todo aquele espírito natalino por aqui, na verdade havia muito disso quando meus irmãos ainda eram novos, pois tinha toda aquela mágica do papai noel que animava a casa. Só que de alguns anos pra cá, toda essa magia natalina foi embora e hoje o natal na casa dos meus pais é basicamente: comida

Confesso que não julgo meus pais, pois eu também só curtia o natal pela comida e pela possível folga no trabalho, porém, há 6 anos, eu conheci alguém, que hoje é minha esposa, Angell fez sem dúvidas uma reviravolta na minha vida, começando por abrir meus olhos pra essa data e tudo que vem com ela, um exemplo é que desde que quando comecei a namorar com ela, eu me apaixonei por musicas e filmes natalinos, no dia 20 até 26 de Dezembro, natal pra mim é repleto de musicas natalinas e filmes que eu fico maratonando como se não houvesse o amanhã

Mas outras coisas também aconteceram para que o natal venha ser um dos dias mais mágicos pra mim, foi quando conheci Cristo, quando me batizei, hoje como cristão eu entendo bem o que o natal é, continuo assistindo meus filmes e ouvindo minhas musicas, mas o sentimento de felicidade entrou também nessa brincadeira, hoje é o dia de comemorar o nascimento daquele que me salvou e está comigo todos os dias. 

Agora respondendo a pergunta de o que podemos esperar do natal, bem, eu digo que depois que conheci a Angell, eu descobri que o natal é muito mais do que abrir presentes e comidas sem parar, eu como falei venho de uma família que não tem esse espírito natalino, e ao conhecer a Angell, ou melhor depois que casei com ela, pois ai estive mais presente ainda na família dela. Foi aonde eu entendi bem a ideia do natal, a comunhão, o estar com outras pessoas, o compartilhar de histórias e conversas sem fim, natal pra alguém como eu que é extremamente introvertido é o melhor momento pra sentar e conversa livremente sem ter que filtrar cada palavra. 

Nesse natal que você não só espere algo acontece, mas que vá atrás de algo, principalmente se reconciliar com alguém que outrora você perdeu o contato ou brigou, esse é o espírito natalino, hoje é o dia pra isso. 

Feliz Natal. 

Então isso é tudo pessoal

Obrigado por estar no meu blog
E pra você que está lendo esse texto, sinta-se abraçado pelo Cachecol :D

4 de dez. de 2019

Dragon Ball e a Logica do Bem vs. Mal



Aloha Pessoas. Cachecol aqui nesta tarde de chuva, trazendo mais um texto para o blog. Depois de alguns longos dias fora, voltei pra conversamos sobre como minha perspectiva ao olhar para Dragon Ball mudou da minha infância até hoje. Essa semana está sendo bem louca, já que estou viciado em Horizon Zero Dawn, no entanto nesse meio tempo me veio a cabeça falar desse anime.

Acho interessante antes de tudo, falar que faz muito tempo que não assisto Dragon Ball, nem sequer eu tive vontade de assistir essa nova temporada do Dragon Ball Super, então tudo que falarei aqui é bem baseado na minha infância assistindo Dragon Ball GT e o Dragon Ball Z.

Partindo nesse princípio e com minha mais alta falta de conhecimento em todo universo de Dragon Ball, é que hoje vamos conversa e eu vou colocar meu ponto de vista sobre esse anime que antes eu só achava que era de luta, mas que olhando de outro ponto percebi que ele é muito mais que isso.

Quando eu era mais novo, eu gostava muito de comparar Dragon Ball com muitos animes de luta da época, até animes incomparáveis, como Dragon Ball e Naruto, e pra mim Dragon Ball sempre foi superior pois ele tinha a lógica básica de Bem vs Mal e um lado saindo ganhando independente de como a luta está sendo construída, esse lado é claro era o bem, então pra mim era uma fórmula simples, Goku poderia tomar uma surra e no fim ganharia, pois ele era do time dos bonzinhos, talvez eu não fui o único a pensar dessa maneira, pois era o que tínhamos antigamente.

Mas ai, por exemplo, quase na mesma época veio Bleach, que também tem essa pegada, que também o lado do bem ganha no final, porém há derrotas e grandes derrotas na jornada dos heróis, e eu comecei a perceber que ninguém é imune e imbatível, até trazendo pro mundo dos esportes no anime Haikyuu o time principal perde muito mais do que ganha e com isso você se identifica gigantescamente com eles.

Eu tive esse pensamento por muito tempo, mas ai eu cresci, assisti e li muitas outras obras diferentes, comecei a pensar mais e olhar diferente pras coisas da vida, e cheguei hoje a conclusão que Dragon Ball em 2010 quando eu estava sentando assistindo pela manhã comendo um potão de biscoito, tentava me mostra várias vezes que existe um outro ponto de vista a ser visto no anime, que aquelas lutas era muito mais do que Bem vs Mal, eu pela falta de maturidade na época não consegui enxerga isso.

Confesso também que hoje não me considero também o grande sábio do monte, mas que em alguns pontos únicos dá pra ver de longe o que a história quer dizer, um exemplo claro é que antes eu sempre achei que Vegeta fosse um cara invejoso pelo poder do Goku, só que hoje eu entendo que não é inveja, é meio que uma admiração, enquanto Goku boa parte dele é algo natural, nos temos o Vegeta sendo o lado humano de quem assisti, onde conseguiu seu poder boa parte através de muito treinamento, treinamento inessivo.

Por muitas vezes, endeusamos o Goku como um cara incrível, mas nunca paramos pra ver bem como ele é um completo pai/marido ausente pra sua família, entenda, não estou dizendo que ele não os ama, mas sim estou afirmando de que ele não é presente em nada, seu filho aprendeu a lutar e aprendeu muito mais de tudo, graças ao Piccolo.

Esse foram alguns pontos que eu vi e me veio a cabeça agora, mas tem muito mais pra se falar, e eu volto algum dia com uma continuação dessa linha de raciocínio.

Então isso é tudo pessoal.
Obrigado por estar no meu blog
E pra você que está lendo esse texto, sinta-se abraçado pelo Cachecol :D