2 de out. de 2020

Animes Além do Japão

 

Demorei pra falar sobre esse assunto aqui no blog, pois eu estava esperando The God of HighSchool termina, só pra ter uma resposta definitiva para a minha pergunta, do motivo pelo qual hoje eu prefiro muito mais os animes que vem de fora do que os animes que são feitos no Japão, assim... Todos vem de fora, no caso os animes são os que vem da Coreia ou China, assim como seus produtos originais, os tão famosos Manhwas. 

Mesmo que o anime venha ser feito no Japão, toda a ideia dele vem de fora, assim como o diretor e as pessoas responsáveis por fazer tudo acontecer perfeitamente. As obras chinesas e coreanas vem conquistando uma galera de um nível surreal. 

E vários fatores estão inseridos ai, mesmo que o título remeta aos animes, eu vou focar mais aqui nos Manhwas, que hoje em dia vem conseguindo seu espaço de sucesso entre os otakus, conversando com a minha esposa que é uma obcecada por mangas. Ela me explicou o motivo de tantos manhwas fazerem sucesso, isso vai muito do estilo que é feito, com paginas coloridas e verticalmente longas, com mais traços vivos e com pouco texto fazendo assim o leitor entender pela imagem o que está acontecendo. 

Diferente de 60% dos mangás japonesas, onde pega um One Piece da vida e ver que um capítulo tem palavra em tudo que é canto, os manhwas também são muito famosos por saberem trabalhar bem com os romances, existe milhares de manhwas de romance com histórias ótimas, que é algo até aceitável, vindo de um lugar onde exporta kpop pro mundo inteiro e fazem dorama igual água, romance é algo até inaceitável não ter. 

Só que o texto de hoje é focado nos de ação, nos que são shonen... se é que existe esse tipo de categoria pra se colocar eles. Em questão de anime o primeiro a explodir bem foi Tales of Demons and Gods que eu não li e nem sei nada sobre, porém a galera fala muito muito muito bem dele, logo em seguida veio Tower of God que tem anime feito pelos laranjinhas, que também não vi nem li mas dizem ser bem interessante, ai temos The God of HighSchool esse sim eu vi tudo e curti bastante, bem suave e a história muito boa que também veio pelos laranjinhas, e talvez um dos mais esperados para ser adaptado é o Solo Leveling que eu leio quase desde o começo, um dos meus manhwas preferidos com uma história boa para um caramba pra não xingar aqui

O motivo dessas obras serem tão famosas, talvez ainda não venha ser explicado ou nem sequer tem resposta, eu chutaria dizer que é porque finalmente entenderam o que os leitores querem ler, essa ideia de ficar enrolando, demorando quase um volume pra algo acontecer é uma ideia velha, os leitores querem ação e querem que as coisas aconteçam no momento certo, e Solo Leveling por exemplo faz isso como ninguém

20 de set. de 2020

CachecolCast - #01 Tensei Shitara Slim--- O Anime do Slime!!

 


Já faz um tempo que sou completamente apaixonado por podcast, se for colocar em números, mais ou menos uns 8 anos, foi bem quando comecei a escrever para Otaku de Cachecol, que eu fui saber mais sobre outros tipos de mídias, youtube já estava começando a explodir na época, não lembro se o instagram estava crescendo bem e o facebook era só pra conversa mesmo. 

Ai eu pesquisando mais sobre as coisas, eu encontrei uma mídia que dizia ser como uma rádio só que gravada, eu sempre goste de rádio então decidi ver mais sobre o que era esse tal de Podcast, foi meio que paixão a primeira vista, comecei a ouvir todo tipo que tinha no Brasil, comecei a me aventurar em alguns americanos mesmo sem entender nada do inglês e sempre fiquei com vontade de ter o meu podcast. 

Sempre tive essa vontade, pois eu vim para o blog, porque eu queria falar com as pessoas sobre coisas que eu tinha na cabeça ideias e tals, e com um tempo eu senti esse lugar muito limitado, pois ou eu escrevia um livro em cada postagem, ou eu tinha que resumi muito, e no podcast não, eu posso colocar em palavras tudo que eu imagino. 

Dai surgiu a ideia do Cachecol Cast, levei longos 3 anos pra finalmente fazer ele sair do papel, e hoje eu começarei a compartilhar aqui toda vez que sair um episódio novo, que será todo sábado. 

No episódio de estreia, eu trouxe o anime do slime, ou Tensei Shitara, e junto da Hashty nos destrinchamos esse anime incrível e colocamos nossas opiniões. 

Você pode ouvir diretamente daqui, ou pode ir para o Spotify e jogar Cachecol Cast que você via nos encontrar. 


31 de ago. de 2020

Japão sabe contar uma história

Eu tenho quase certeza que já escrevi algum momento sobre esse assunto, porém como eu tinha outro ponto de vista, bem provável que eu não iria concorda com o que estava escrito, pensando assim eu decidi trazer esse assunto, essa conversa pra vocês sobre como de fato o Japão sabe contar uma história. 

Claro, contar história todo o mundo sabe, não há um país que não tem uma pessoa, que tem aquela história incrível pra ser dita, no Brasil utilizamos muito as novelas pra expor as histórias, Estados Unidos os filmes e séries, e no Japão, temo os animes... Obviamente que essa ideia só está na minha cabeça, pois não é bem assim que funciona, porém pra que eu não me perca na linha de raciocino gosto de imaginar assim. 

Dito toda essa enrolação, vamos a ideia que me fez escrever hoje. Como eu já comentei com vocês aqui um certo tempo atrás, eu me tornei alguém bem criterioso com relação aos animes, antes eu pegava todos que eu via pela frente, ou ficava caçando aqueles que não são tão famosos, porém esse meu momento de aventureiro acabou, hoje eu me vejo muito naquela ideia de ficar assistindo alguns que parecem ser bons, pego uns 3 ou 4 da temporada e tento extrair o máximo deles pode-se dizer que sou o famoso preguiçoso


E nessa busca de animes interessantes, eu conheci alguns animes que mexe com o nosso frágil coração de prisoneiro da quarentena. Your Name foi um desses, eu sempre digo que não gosto de anime que traga algum tipo de drama, pois meu ser interior morreu assistindo Clannad e o tanto que eu chorei lá, não há anime que faça esse feito novamente. Porém ainda assim assisti Your Name, um anime maravilhoso, que brinca muito bem com a ideia de viagem no tempo e tem uma pegada incrível em  pontos únicos, trazendo dois lados do Japão que nos aqui do ocidente tanto amamos, um Japão tradicional, calmo e carregado de cultura e simbolismo. E do outro lado, um Japão "high tech" desenvolvido, no "futuro" com luzes, e musicas que criam um contraste de totalmente diferente da plenitude do outro lado. 

Claro que tal coisa só é muito bem explorada pelo diretor de Your Name, como esse texto é voltado para as histórias, eu quero focar muito mais nas situações, porém não posso negar que a qualidade gráfica, os traços, os efeitos visuais que tem nos filmes japoneses é algo no mínimo surreal. Japão não só sabe contar uma história, mas também sabe muito bem desenhar e animar, não vou trazer glória só para os filmes, pois todos sabemos que um filme pode muito bem ser mais detalhado e trabalhado do que uma série de televisão que tem que sair toda semana, só que até essas séries são incríveis, eu gosto de dizer que pra saber se o anime realmente é bonito visualmente, você tem que reparar em duas coisas: chuva e comida. Presta atenção em como vai ser a chuva nesse anime, o quão suave ela pode ser, e também presta atenção em como vai ser a comida, japoneses tem um cuidado sem igual ao representar comidas nos animes. O anime pode ser tipo um Naruto clássico ou One Piece do estúdio Pierrot na qual tudo é rushado, só que o traço da comida, parece que pediram ao Kyoto Animation pra produzir, de tão lindo que normalmente é. 

Pontuado tudo que eu queria sobre a qualidade visual do animes, vamos voltar para as histórias, eu acabei de falar de Your Name e como ele consegue pegar um plot relativamente clichê, como viagem no tempo e troca de corpos, e ainda assim criar uma história envolvente de romance, não é uma aventura é um romance, com um final que faz você aplaudir o filme de pé.

Ai migrando pra um drama que chega doer na alma, e me faz pensar muito no quão fiel eu sou aos meus ideais e como eu poderia mudar minha vida por causa deles, estou falando claro de Violet Evergarden, que tem uma história de tirar o folego, pelo menos eu assistindo, eu senti muito a vibe de que os meus problemas não são lá isso tudo, que eu deveria simplesmente dá uma respirada e olhar ao meu redor e ver onde eu precisava melhorar. Violet é uma personagem tão carismática e não gasta nada pra simplesmente ser, a ingenuidade dela e a forma como ela se agarrou ao seu antigo "chefe" faz você que está assistindo não aceitar que nada de ruim aconteça com ela e ficar revoltado por essas coisas acontecerem. 

Agora se formos realmente falar de revolta, temos que ir para Piano no Mori, eu estava no trabalho de madruga, um completo tédio e sem nada pra fazer, decidi abrir a Netflix e ver se tinha algum anime ou série pra assisti, Piano no Mori apareceu pra mim pelo menos umas 4 vezes, comecei assistir só de raiva pois a capa e a sinopse me parecia bem um clichezão de drama. E olha só... queimei minha língua. A história desse anime é muito tentadora, e os episódios sabem muito bem criar ganchos que faz você sem perceber ter assistido 5 episódios, eu mesmo terminei a primeira temporada naquela noite. Pra poder escrever esse texto para o blog, eu assisti novamente com mais calma e tentando absorve todo conhecimento que o anime vem querendo trazer.  

Bem, o anime podemos girar em torno de: talento bruto e esforço sem resultados. Obvio que vai ter spoiler da primeira temporada, então leia por sua conta em risco, pois eu tenho que falar que o Kai Ichinose além de ser um pianista nato, nasceu pra isso e se dedicou pra ficar melhor, ele também claramente parece uma mulher, é algo que não dá pra não perceber ou, pelo menos, não vê como piada em alguns momentos, já que os próprios personagens aleatórios que aparecem falar sobre. E tem também o Shuhei Amamiya que tem um amor pelo piano sem igual, porém após ver o Kai tocando, ele simplesmente esquece do seu talento e seus esforços e faz a primeira temporada toda gira em torno de inveja por nunca ser melhor que o Kai e quase entra em uma depressão por isso. 

É um anime lindo nesse sentido específico, ele trata muito esse assunto de inveja e raiva de uma maneira bem delicada, pois várias vezes vemos o Shuhei em choque porque errou algo ou o Kai está evoluindo tão bem no mundo dos pianistas, e ao mesmo tempo vemos o Kai simplesmente tratando o Shuhei como um amigo de infância e ficando feliz pelo esforço dele. Vi muita gente até comentando coisas bem cruéis sobre o Shuhei, porém eu tento muito me colocar no lugar dele. 

Você cresce em um mundo envolvido ao piano, seu pai é um pianista mega famoso e talentoso ao extremo, você sabe aprende a tocar piano antes mesmo de saber ler e escrever, todos ao seu redor fala o quão incrível você é, todos vivem te elogiando e colocando você no palco mais alto, ai da noite pro dia, aparece um menino na sua vida, que não tem riqueza nenhuma, a mãe trabalha em um lugar feio para os olhos do mundo, o menino não tem roupas caras como você ou uma etiqueta alta, mas vai lá e toca uma música maravilhosa, faz seu coração tremer como nunca antes, o menino escuta uma música e consegue tocar ela sem muitos esforços. Me diz como o seu mundo não cai? Me diz como não ficar desesperado pra se provar para o mundo que você é bom?.  Eu entendo o Shouhei... 

E olha que Piano no Mori tem esses altos e baixos, e tem uns momentos bem mágicos com personagens sendo aproveitados ao extremo, o diretor pegou o personagem e enxugou ele o máximo que pode, a mãe do Kai é um exemplo, que personagem maravilhosa, com uma história de vida nem um pouco legal, só que não se deixa abalar por isso. Tem também um utensílio que o anime usa, muito utilizado em filmes de aventura, onde o cara era incrível no que fazia, ai vem um acidente ele não pode mais fazer isso e fica atrás de alguém pra ser seu aprendiz, muito bem utilizado e fica realmente bem colocado na história. 

Se eu fosse pontuar um ponto negativo, eu diria que as cenas em 3D na parte do piano, quebra totalmente o clima que o anime fica todo o episódio querendo trazer, mas só isso mesmo que vejo como defeito. 

Eu falei então sobre Violet Evergarden, Your Name e Piano no Mori, porém muitos outros animes bons poderiam ter entrado aqui, animes com histórias incríveis, principalmente filmes como No Game No Life Zero, ou o filme de Sword Art Online, histórias sensacionais, que ficarão na minha lista de o que falar.

Abraços do Yavo :D

19 de ago. de 2020

Melhor Sistema de RPG pra Começar

 

Ah se fosse tão fácil assim dizer qual é o melhor sistema, ou qual sistema é o padronizado pra o tipo específico de jogatina, talvez não iria existir tantos sistemas e jogos diferentes, falar então que existe um sistema voltado para os novatos nesse mundo que já conhecemos acaba por ser um tanto que difícil e dependendo da situação talvez até umas discussões pode sair. 

Eu digo isso pois o sistema melhor para alguém que está começando, normalmente vai ser recomendado por um mestre que já joga muito tempo, um exemplo pessoal, eu comecei a jogar com Old Dragon, então quer dizer que OD é o melhor pra um iniciante? Na minha opinião sim, porém alguns podem descorda dizendo que por não ter Pericias, Vantagens e Desvantagens, OD não apresenta tão bem a ideia do RPG. 

Já que estamos falando de Vantagens e Desvantagens, eu vejo muita gente recomendando 3D&T, por ser um sistema mega "simples", usando só o D6, você consegue criar um mundo muito diferente do normal, consegue viajar pro futuro ou passado pois o sistema te dá isso. Assim como a personalização da ficha é tão simples, que muitos já sabem de cabeça como criar um modelo. Porém esse sistema não é lá todo esse amor não, eu digo "simples" com o dobro de aspas, pois a quantidade de regrinhas bobas e a quantidade de magias, classes e por ai vai é tão longa, que acaba cansando. Eu gosto de ler tudo e decidir o que montar, no entanto eu vejo muito mestre desse sistema perguntando que tipo de personagem eu quero montar pra daí me dizer as classes que combinam, e isso pra mim é bem desanimador. 

Então, caímos sem percebe na situação de que o 3D&T por mais que venha ser muito bom, por ter Vantagens e Desvantagens, classes totalmente loucas e uma imensidão de coisas, ele deixa muito de lado a ideia do D20, que é utilizado em basicamente a grande maioria dos jogos. E falando do D20, claro que o sistema pra muitos o melhor pra se iniciar é o Dungeons and Dragons ou mais conhecido D&D, e nem irei tocar nos assuntos de edições, pois eu conheço uma galera que prefere a 3º Edição em vez da atual que é a 5º, outro assunto pra outro post. D&D é um sistema perfeito para novatos, é bem explicativo, bem claro, as regras mesmo que sejam levemente chatas em alguns pontos, ainda sim são facies de se entender, eu mesmo gosto muito de jogar e mestre D&D porque dá pra criar inúmeras coisas. 

Eu falei de alguns voltados muito pro medieval ou fantasia, porém há uma gama gigantesca de jogos de terror por exemplo, Call of Cthullu é um desses por exemplo, mas ainda assim é um sistema que usa bastante do D20. Se você quer algo mais intenso, mais terror em questão pessoal e você como jogador querer matar o mestre por ele te fazer ficar com medo ou só raiva mesmo. Eu recomendo Vampiro a Mascara, estou iniciando uma mesa desse sistema que não usa do D20, mas sim o D10 e é um estilo diferente de rpg, é o famoso Storytelling, onde é um jogo muito mais voltado para interpretação do que só dizer "Eu vou atacar o goblin.... tirei 20... matei o goblin", há um adendo, existe uma diferença entre Storytelling e Storyteller, porém como falei antes, um assunto pra outro post. Voltando ao terror de Vampiro a Mascara, há quem diga que esse é um sistema muito bom para inciante, pois já cria o costume de interpretar o personagem, fingir ser aquele que você levou tanto tempo criando a ficha, sentir medo de morrer porque seus pontos de vida está baixo e dai por diante. Tal coisa que no D20 em geral, não acontece, é muita coisa tipo: "Meu personagem vai dizer que não está afim de ir pro outro reino" eu quando vejo isso, sinto vontade de dizer: Então diz que não quer ir, só dizer... É complicado.

Só um adendo que eu sei que tem muito sistema por fora, tipo 13º Era, RPG Quest, GURPS e por ai vai, mas são tipos de jogos que provavelmente que for jogar, não é um iniciante, o mestre da mesa sempre tem que trazer algo mais voltado para diversão, mesmo que esses jogos consigam cumprir com essa proposta, temos que ser sinceros em dizer que um Old Dragon ou D&D conseguem resolver essa questão mais facilmente. 

Eu particularmente prefiro muito Old Dragon, as regras são poucas e o próprio livro recomenda o mestre decidir as regras ao favor do jogo, por não ter Pericias, Vantagens e desvantagens, cria uma atmosfera de que o jogador precisa pensar no que fazer em vez de dizer que quer fazer algo e esperar as coisas caírem no seu colo, porque o mestre vai narrar tudo. 

Na verdade o que importa é começar a jogar, farei outros post's sobre como começar, como mestra pois as vezes você quer muito jogar, mas não tem ninguém pra mestra pra você, bem, levanta as mangas da camisa e coloca a mão na obra então, as vezes é muito mais divertido mestra do que jogar. 

Abraços do Yavo :D

15 de ago. de 2020

RPG de mesa e Tudo que gira em torno


RPG deixou de ser um hobby voltado para nerds e pessoas que não são tão descoladas e quase que sempre zoadas na escola, e virou quase que um habito pra muita gente que gosta de jogar vídeo game e ler livros, já que te dá a capacidade de ser quem você quiser. 

Olá Pessoas, eu sou o Yavo e nesse primeiro post, iremos conversa sobre como o RPG mudou de tal maneira que virou uma profissão para muitos, momento de lazer para vários e até ajuda nos momentos de depressão.  

Eu conheci o RPG de mesa por volta de 2012, bem no começo do meu ensino médio, na época eu jogava muito 3D&T e achava o meu sistema preferido, me lembro de ir pra escola somente por causa do RPG na hora do recreio que por sinal em 15 minutos nos conseguíamos fazer muita coisa. Talvez isso até seja um ponto para muitos jogadores antigos não curtirem muito introduções longas e muitos detalhes, parti pra ação é quase que o lema dessa galera, isso é justificável pois antigamente era muito difícil ter todo mundo livre pra jogar. 

Hoje em dia as coisas estão relativamente mais tranquilas, principalmente pra algumas pessoas. um exemplo disso é os jogos online, jogar online se tornou um habito tão normal que eu hoje mesmo estava mestrando uma mesa, eu aqui do Rio de Janeiro, e os jogadores tinha de São Paulo, Rio Grande do Sul, Argentina e até do Acre.

Conseguimos nos moldar pra tecnologia e continuar fazendo algo que nos amamos tanto, sobre as profissões voltada pra esse mundo, temos além de portais de noticias ou site voltado pra os jogos, temos e muito, mestres profissionais, temos empresas voltadas para miniaturas e editoras somente para publicar livros de manuais e coisas do gênero. 

Então como falei, deixou de ser um hobby e virou para muitos um estilo de vida. 

Abraços do Yavo :D